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PMDB define candidatura em Dourados; Governador estará à frente de nove municípios


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  • mell280

30/08/2011 16h30

PMDB define candidatura em Dourados; Governador estará à frente de nove municípios

Capital News


 

PMDB quer filiar políticos com mandatos
Foto: Divulgação

 

 

A cúpula do PMDB definiu-se pela candidatura própria à prefeitura de Dourados nas eleições de 2012. O partido de maior expressividade política no Estado terá o governador André Puccinelli (PMDB) à frente das articulações eleitorais em nove municípios no ano que vem. A vice-governadora Simone Tebet (PMDB) vai auxiliar na reeleição de Márcia Moura, prefeita de Três Lagoas que a sucedeu no cargo.

Estas foram as principais definições de reunião extraordinária convocada pelo presidente regional da legenda, Esacheu Nascimento, ontem, dia 29, em Campo Grande. Além do próprio governador e de sua vice, estiveram presentes o prefeito da Capital Nelsinho Trad (PMDB), o ex-deputado Youssif Domingos, secretário-geral da legenda, entre outros.

Youssif Domingos explica que a reunião foi de extrema importância e definiu a participação do PMDB nas eleições, verificando situações particulares de alguns municípios, como o caso de Dourados, onde se estabeleceu candidatura própria em 2012.

Entre os municípios que o governador estará à frente, ele cita Iguatemi, Ponta Porã e Nova Alvorada do Sul.

Segundo Youssif, outro grande município, e atual reduto do PT, Corumbá, não foi discutido na reunião. Atualmente, Corumbá tem uma aliança com o PMDB. O governador já declarou que pretende manter, mas o pré-candidato a prefeitura de Corumbá pelo PT, Paulo Duarte, não vê a possibilidade de aliança.

Segundo Youssif, na Capital a disputa dentro do PMDB segue apenas entre Paulo Siuffi, Edil Albuquerque e Carlos Marun. Ele lembra que no encontro ficou definido, novamente, que o candidato do partido será, preferencialmente do PMDB, abrindo espaço para alianças com aliados tradicionais.

O secretário geral do PMDB explica que os três candidatos tem consciência de que o partido tem um grupo há 20 anos e que não pode descartar a possibilidade de aliança, além de considerar que a decisão sobre uma candidatura não deve passar apenas pela vontade pessoal, mas pelo interesse do governador e do prefeito.

Ao ser questionado sobre a força do governador e do prefeito, que poderia eleger alguém do PMDB, sem precisar de outro partido, Youssif lembra que o PMDB não pode pensar apenas nesta eleição. Ele ressalta que o partido administra a Capital há 20 anos com o apoio de diversos aliados, que começam a bater a porta do partido para cobrar retribuição. Assim, uma atitude mais egoísta pode comprometer futuras alianças, como em 2014.

Os líderes do PMDB também foram convocados a procurar detentores de mandato que pretende ir para o PMDB e oficializar a transferência. O partido deve ter outras reuniões em setembro para analisar o resultado de conciliações e tomar as medidas necessárias para que as filiações sejam realizadas no prazo legal, que expira no início de outubro. Além disso, outra reunião ainda no começo de setembro definirá estratégias para os maiores colégios eleitorais do Estado. 





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