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Obras de ampliação do Hospital do Câncer são retomadas em Campo Grande


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02/09/2011 14h20

Obras de ampliação do Hospital do Câncer são retomadas em Campo Grande

DANIELLA ARRUDA


 

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Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado
Correção do gabarito das locações (medidas do prédio) começaram ontem

Após seis meses de paralisação, foram retomadas ontem as obras do prédio de nove pisos anexo à sede do Hospital do Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande. A previsão é que esta primeira etapa do empreendimento — que consiste na construção do subsolo e piso térreo do novo prédio de tratamento oncológico e está orçada em R$ 1,5 milhão — seja concluída no prazo de 180 dias.

Os recursos para o início das obras provêm da Fundação Carmem Prudente de Mato Grosso do Sul, mantenedora do hospital, da Rede Feminina de Combate ao Câncer, médicos e também da própria sociedade, que contribui por meio do serviço de telemarketing da instituição e é classificada como a grande colaboradora do projeto pelo médico oncologista e diretor geral do Hospital do Câncer Alfredo Abrão, Adalberto Siufi.

“Se necessário, vamos recorrer a empréstimos (para dar continuidade às obras). Mas para essa primeira fase, de construção do subsolo e do térreo, que é a etapa mais delicada e importante do projeto, já temos recursos garantidos para fazer a obra e também dispomos de dinheiro para a reforma do ambulatório (veja mais nesta página)”, comentou.

Impasse
A retomada das obras acontece após impasse entre a direção do hospital e um grande doador da Capital, que acabou retirando sua participação do projeto (o montante seria de R$ 23 milhões) por causa de divergências no contrato de doação. Com a suspensão da doação, a direção do hospital passou a buscar recursos de outras fontes.

Assegurado o primeiro aporte de recursos, uma outra empresa foi contratada para dar continuidade às obras — a Vale Engenharia e Construções — e trabalhadores começaram a fazer ontem a segurança do local da fundação, procedimento necessário para que se leve posteriormente as máquinas e os demais operários possam retomar o serviço. A primeira tarefa será fazer a correção do gabarito das locações (medidas do prédio), já que durante o período de paralisação das obras houve deslizamento do talude em alguns pontos. Esta etapa deve envolver de 20 a 30 trabalhadores e conforme o avanço das frentes, cerca de 100 operários deverão atuar no local.





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