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Polícia Civil prende 6 suspeitos de assassinato de vereador em MS


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20/07/2011 10h50

Polícia Civil prende 6 suspeitos de assassinato de vereador em MS

Tatiane Queiroz Do G1 MS


 A Polícia Civil prendeu seis pessoas na manhã desta quarta-feira (20), em Alcinópolis, sob suspeita de envolvimento no assassinato do vereador da cidade, Carlos Antônio Carneiro. Os mandados de prisão temporária foram cumpridos por volta das 5h, no próprio município, distante 387 quilômetros de Campo Grande. Segundo informações preliminares, entre os suspeitos que foram presos estão o prefeito de Alcinópolis, além de outros políticos da cidade.

O vereador foi executado a tiros no dia 26 de outubro de 2010, em Campo Grande. Ele foi morto em plena luz do dia, em uma avenida movimentada da cidade. Um dos tiros atingiu o vereador na barriga, outro no rosto e um de raspão no peito. Ele morreu no local.

 As investigações iniciais do caso indicaram que a morte do parlamentar foi encomendada e pode ter tido motivação política.

De acordo com informações da Polícia Civil de Alcinópolis, além das prisões temporárias, que são de 30 dias, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências dos suspeitos. Eles foram presos em Alcinópolis e encaminhados para Campo Grande.

A operação foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco), Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande e Delegacia de Alcinópolis.

Entenda o caso
O vereador Carlos Antônio Carneiro, de 40 anos, foi executado a tiros no início da tarde do dia 26 de outubro de 2010, em Campo Grande. Ele foi morto com três tiros na esquina da avenida Afonso Pena com a rua Guia Lopes, um ponto movimentado da cidade. Um dos tiros atingiu o vereador na barriga, outro no rosto e um de raspão no peito. Ele morreu no local.

Três homens, que agiram diretamente no atentado contra o vereador, foram capturados, mas o mandante ainda não foi identificado pela polícia, que conduz o caso em segredo judicial.
 





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