PUBLICIDADE

Caso Marielly:Suspeito admite relação sexual com a cunhada


PUBLICIDADE

22/07/2011 10h20

Caso Marielly:Suspeito admite relação sexual com a cunhada

G1 MS


 Em depoimento complementar à Polícia Civil nesta quinta-feira (21), o gerente administrativo Hugleice da Silva, 26 anos, confessou ter mantido relação sexual com a cunhada Marielly Barbosa da Silva, mas não assumiu ser o pai da criança que ela esperava, e que segundo a polícia motivou oaborto malsucedido que levou a jovem à morte.

As informações são do delegado Fabiano Nagata da Delegacia Especializada em Homicídios (DEH). Segundo ele, o suspeito de coparticipação no aborto e ocultação de cadáver relatou ter contatado o enfermeiro Jodimar Ximenes, combinando com ele a quantia de R$ 1 mil pelo procedimento, que seria realizado em Sidrolândia, cidade a 70 quilômetros da capital.

O corpo de Marielly foi encontrado em um canavial perto daquele município no dia 11 de junho, pouco mais de um mês após o desaparecimento da vítima ter sido noticiado.

No início das investigações, Hugleice negava envolvimento no crime. No dia 12 de julho a juíza Silvia Eliane Tedardi da Silva, da 1ª Vara de Sidrolândia, decretou, a pedido da polícia, a prisão temporária do cunhado de Marielly e do enfermeiro.

Em depoimento no dia 15 de julho confessou que sabia da gravidez da cunhada um mês antes do desaparecimento. Disse ainda que somente deu uma carona à estudante até a casa do enfermeiro e aguardou do lado de fora por 40 minutos, até que Ximenes saiu e contou a respeito da morte. Silva relatou à polícia que retornou à Campo Grande e não sabia o que havia acontecido depois.

O advogado do cunhado de Marielly, José Roberto Rodrigues da Rosa disse ao G1 que estava presente no depoimento complementar desta quinta-feira e não considera as informações prestadas por Silva uma confissão, mas sim um acréscimo de dados para auxiliar nas investigações.

“Tecnicamente não altera em nada a defesa. É um acréscimo de um delito a mais, que é a ocultação de cadáver, em que a pena é de um a três anos”, disse Rosa.

Enfermeiro
O advogado que representa o enfermeiro Jodimar Ximenes David Moura Olindo disse ao G1 que não houve mudanças na versão do cliente dele, que alega inocência.

“Vamos ver qual o próximo episódio desse jogo de xadrez que a defesa de Hugleice está jogando, dessa versão que estão querendo construir”, disse o advogado.





PUBLICIDADE
  • WhatsApp TUDODOMS459
PUBLICIDADE
  • academia374
  • museu da cachaça319
  • Nelson Dias12
PUBLICIDADE