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TEVÊ À MANIVELA Celso Fernandes


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13/01/2018 18h52

TEVÊ À MANIVELA Celso Fernandes



Reprises nada inéditas!

Algo que perguntado uma vez mais ao conselheiro Abuelito se o mundo ainda gira, lógico, a resposta só poderia estar mesmo dentro de um mesmo eixo. Coisa que no campo politicamente correto, alguma novidade no setor? Órbitas é que não faltam!

Se também gira – emperrado em seu próprio eixo –, e como está mais que comprovado, ah, se ele gira. Por vezes chega até a resgatar um turbilhão. Principalmente em ano eleitoral quando o gride de largada já foi disparado. E é bucha atrás de bucha com incorrigíveis problemas de câmbio no peso/pescoço de cada excelência em ação! Culpados no bom andamento das investigações da Lava Jato, ora essa, resta algum que assuma sua mea culpa? Não, certamente, nenhum. Afinal, tudo não está sempre declarado na Justiça e/ou até que se tome nota dos autos?

Patavinas, nem o amigo e assessor do presidente Temer, Rocha Loures – aquele da mala com os tais 500 mil – agora haveria de (o) ser. ´´Relação só profissional, nada de amizade´´. Quanto menos de Decreto dos Portos e empreendimentos mais. Ou talvez como de artifícios. Para tudo dá-se um jeito, uma resposta bem articulada, bem arquitetada. Propinas, mas quem falou em propinas sem endereço e destinatário certo?

Como ainda não poderíamos deixar de repetir (por essas e por outras, claríssimo) frente o ´´Listão dos Inétitos´´, e também, depois que a mentira perdeu das suas pernas curtas, passando do salto com vara e agora na modalidade das ´molas´ saltitante, muito mais ainda está por vir. Lógico que 2018 só começou com tudo de novo, onde a corrupção na política deve ser combatida em tempo recorde. E o que não vai ser tarefa dura será evitar os aventureiros prontos para entrar no setor Parlamentar que tão bem remunera os seus atuantes das mais diversas formas salariais e afins!

Em tempo! O governo promete que vai cumprir a ´´Regra de Ouro´´ e o ´´Teto Fiscal´´ neste ano, mas que estuda flexibilizar tais regras para os próximos anos, vamos aplaudir. Tanto que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou em entrevista recente que o principal objetivo da casa continua sendo a reforma da Previdência e que acredita que o governo cumprirá as regras que proíbem que o endividamento público cresça acima do investimento. Nessa adiar sacramentado foco será mais que preciso. Ou será que alguém mais duvida dos pros, contra e todavia(s) que eles pregam tão veemente na ponta da língua, heim? Sobre os benefícios ante os beneficiados, ora, ora, ora, sabemos quais deles não tem denúncia e processo em andamento. 

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: 
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