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​Cardiologista denunciado na 'Sangue Frio' morre em sauna de bairro chique


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12/03/2018 12h45

​Cardiologista denunciado na 'Sangue Frio' morre em sauna de bairro chique

No local ocorria a festa "Caliente - Boys Interativos"

Thatiana Melo e Mariana Rodrigues


 
  • Sauna onde morreu o cardiologista José Carlos Dorsa (Foto: Mariana Rodrigues)

Morreu no início da noite deste domingo (11), em Campo Grande, o médico cardiologista e ex-diretor do Hospital Universitário, José Carlos Dorsa. Ele foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) com um ferimento no rosto e sinal de aplicação de injeção no braço, após supostamente passar mal e cair em uma sauna na Rua Boa Vista, próximo à Rua Bahia.

De acordo com o delegado Gomides Ferreira, o corpo deve passar por exames para a confirmação do que teria causado a morte do cardiologista. Segundo Gomides, a suspeita é de que um ataque cardíaco tenha matado o cardiologista, mas suicídio ou overdose, não foram descartados como hipótese para explicar o mal súbito.

Informações não oficiais são de que o médico tinha ferimentos no supercilio e rosto devido à queda que sofreu na sauna após ter uma convulsão. Ele tinha uma ‘punção’ no braço da aplicação de algum medicamento.

Vizinhos da sauna afirmaram que havia uma festa no local onde o cardiologista estava. “Todo fim de semana tem festa aqui no local, e ontem (domingo) a rua foi fechada pela polícia depois da morte de uma pessoa ai dentro (sauna)”, disse um morador que não quis se identificar.

Um anúncio distribuído pelas redes sociais durante a semana passada anunciava para o domingo (11) no local o evento "Caliente - Boys Interativos", com início às 15 horas e "rodadas de catuaba". A reportagem tentou falar com os responsáveis pela sauna, mas não foram localizados na sede da empresa.

 

SAIBA MAIS
 

 

José Carlos Dorsa era um dos denunciados por suposto envolvimento na chamada 'Máfia do Câncer', com mais sete pessoas. Todos viraram réus em duas ações penais ajuizadas pelo Núcleo de Combate à Corrupção do MPF/MS (Ministério Público Federal) com relação às irregularidades apontadas na Operação Sangue Frio, ocorrida em 2013.

Segundo as investigações, As fraudes na saúde geraram prejuízo de R$ 2,3 milhões. (Matéria editada às 07:35 para acréscimo de informações)


 

 




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