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Alimentação e Equilíbrio Emocional


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13/06/2018 13h12

Alimentação e Equilíbrio Emocional

Gabriela Pimentel é Graduada em Nutrição Pela Conceituada Universidade Federal de Santa Catarina, Onde Obteve a Medalha de Mérito Estudantil . Tem especialização em Nutrição nas Doenças Crônicas Não Transmissíveis pelo Instituto Albert Einstein, renomado hospital de São Paulo.

Gabriela Pimentel


 Atualmente grande parte da população vive sob influência de um ambiente repleto de tensões emocionais na vida pessoal e profissional. E isso se reflete no alto índice de pessoas estressadas, ansiosas e/ou depressivas. 


È importante saber que o organismo entende essas emoções como uma ameaça ao seu bem estar e tem uma reação de defesa, produzindo uma série de substâncias que causam um aumento geral da ativação do organismo. Seus efeitos envolvem aumento da pressão arterial, dos níveis de gorduras no sangue, da produção de uréia, piora de lesões no estômago, queda na imunidade, aumento do peso, etc. Ou seja, as conseqüências para a saúde são inevitáveis se essas tensões emocionais ocorrerem constantemente. 

Mas o que isso tem a ver com alimentação? Em muitos casos o desequilíbrio de nutrientes está diretamente ligado a essas situações. 

Por exemplo, a ansiedade e a depressão têm relação com os níveis de serotonina no organismo, já que essa substância é um neurotransmissor que atua no cérebro proporcionando a sensação de bem estar e bom humor. Para sua produção são necessários principalmente triptofano, magnésio e vitaminas do complexo B. Além disso, 90% da serotonina do nosso organismo é produzida no intestino, órgão que tem contato direto com tudo que ingerimos e responsável pelas tarefas de digerir e absorver os nutrientes dos alimentos, fato que evidencia ainda mais a importância da alimentação. 

Mais um exemplo é o estresse, que gera uma grande produção de hormônios de “luta ou fuga” como o cortisol e a adrenalina. Nesse caso, a alimentação equilibrada é essencial tanto para repor os nutrientes utilizados durante o período de tensão do organismo quanto para reduzir a reação ao estresse. Isso mesmo, há alimentos que pioram o estresse, como a cafeína, o álcool, doces, sal em excesso e alimentos que aliviam o estresse como arroz integral, algas, sementes, oleaginosas, chás e ervas específicas. 

Por fim, é claro que há a importância dos fatores psicológicos e ambientais, mas uma alimentação equilibrada e saúde intestinal são grandes passos em busca do equilíbrio emocional.




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