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Vida Rústica de Carlos da Fonseca (in memorian) foi reeditado e lançado em Maracaju


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14/09/2018 11h47

Vida Rústica de Carlos da Fonseca (in memorian) foi reeditado e lançado em Maracaju

Paulo Roberto


 Na noite desta quinta feira (13) com a Câmara Municipal lotada aconteceu o cerimonial de reedição e apresentação dos cem anos do livro Vida Rústica de Carlos da Fonseca (in memorian). Com o apoio e organização da Fundação de Cultura e Familiares do escritor, que receberam membros da Academia Maracajuense de Letras, alunos das escolas Manoel Ferreira de Lima Projeto Aja, José Pereira da Rosa e alunos da UEMES, curso de pedagogia, além de amigos, convidados e secretários municipais.

O evento contou também com a apresentação dos músicos Espindola e Silvério que apresentaram e interpretaram duas músicas de Delio e Delinha, apresentação de harpa com harpista Ortiz e convidada especial representando a Secretária de Cultura e Turismo de Campo Grande, Lenilde Ramos que reviveu sucessos de Almir Sater. 
O livro “Vida Rústica” foi publicado há exatos 100 anos, em 1918 pela editora Seccao de Obras de Estado de S. Paulo, na época uma crônica do livro mencionava “ A vida Rústica está neste caso. Considerada como um livro de crônicas da vida da roça, é uma obra aceitável e digna de leitura, apesar do vício que todos notam do preciosismo do estilo. Revendo muita leitura, e estudos de autores clássicos, o senhor Carlos da Fonseca sacrifica a expressão que mais claramente traduziria a sua idéia pelo gozo de revelar conhecimentos da língua...“ Revista do Brasil, número 32, Agosto de 1918.

Para a Maracajuense e responsável pela reedição do livro Vida Rústica, Elizena Ribeiro Chaves de Carvalho, trazer esta obra a Maracaju era um questão de honra, “Agradeço a prefeitura através da Fundação de Cultura por ter abraçado essa idéia, e especialmente a cada um de vocês por estarem presentes neste momento que tem um significado especial para família, me sinto em casa, pois sou de Maracaju, e muito feliz por trazer essa obra, e reviver o passado e resgatar a memória de um escritor, que mesmo desconhecido para alguns, é importante para o Estado e para o país, e uma felicidade em dobro por ter sido recebida com tanto carinho e por tanta gente, só posso mesmo é dizer, em nome da família, nosso muito obrigado”, disse Elizena.
De acordo com a diretora da Fundação de Cultura Eni Aquino o livro Vida Rústica foi lançado há um século atrás, “ porém, a sensibilidade e interesse da família, representada pela advogada Elizena Ribeiro Chaves de Carvalho, trará ao nosso tempo o legado, através de reedição foi fac-símile desta importante obra, a Fundação de Cultura sempre esteve presente em buscar o resgate da história e da cultura do município, está obra contribui e muito com esse resgate ”, enfatizou Eni.

Falando em nome do prefeito Municipal o Secretário de Governo Frederico Felini, disse que a administração sempre esteve trabalhando em busca do resgate histórico de Maracaju, um povo sem passado e um povo sem memória. “ Esta obra é uma obra que traz um resgate importante da historia daqueles que fizeram esse Estado acontecer de verdade, e não pode morrer jamais, parabéns a família que está revivendo essa época que foi e é de fundamental importância dentro de nossa história”, disse Felini.





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