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Espancada por colegas de escola, criança morre 7 dias depois em hospital


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06/12/2018 10h49

Espancada por colegas de escola, criança morre 7 dias depois em hospital

Menina de 10 anos foi agredida na saída da Lino Vilachá, no bairro Nova Lima, em Campo Grande

Marta Ferreira e Viviane Oliveira


 Uma semana depois de ser agredida por três colegas da escola Lino Vilachá, no Bairro Nova Lima, Gabriela Ximenes Souza, 10 anos, morreu na Santa Casa de Campo Grande na manhã desta quinta-feira (6). As agressoras, segundo a polícia, são duas adolescentes de 14 anos e uma criança de 10 anos, que estuda no quarto ano do ensino fundamental, na mesma turma da vítima.

A agressão aconteceu no dia 29, na saída das aulas, fora da escola, que tem mil alunos. A criança foi levada para  Santa Casa, ficou em observação e foi liberada. Segundo o relato da família, tinha dores na coluna e no quadril. 

No dia 4, ainda conforme a informação prestada à Polícia Civil pelos familiares, Gabriela voltou a sentir dores e foi levada primeiro para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Bairro Coronel Antonino, passou pelo CEM (Centro de Especializado Municipal) e depois voltou para a Santa Casa. Lá, ficou internada, passou por procedimento cirúrgico pela equipe de ortopedia, e acabou falecendo às 6h25 desta quinta-feira.

Embora tenha ocorrido há uma semana, só hoje o caso foi registrado na Polícia Civil, depois da morte. O delegado José Roberto de Oliveira Junior informou que, embora tudo indique que o óbito tenha relação com a agressão na escola, é preciso investigar e por isso o registro foi como "morte a esclarecer".

Uma das dúvidas, explicou, é se a liberação pelo hospital piorou o quadro. A unidade de saúde informou que a criança tinha várias fraturas, sem detalhar quais. De acordo com o delegado, a Depac Centro fez o boletim de ocorrência, mas a investigação vai ficar a cargo da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude), responsável por infrações envolvendo crianças e adolescentes. 

escola é estadual. A assessoria de imprensa informou que, embora tenha acontecido fora das dependências, a Secretaria Estadual de Educação acompanha o caso. Por envolver adolescentes e crianças, os nomes das agressoras são preservados por imposição do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).






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