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Conselho abre sindicância contra promotor Marcos Alex


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  • mell280

15/05/2019 12h38

Conselho abre sindicância contra promotor Marcos Alex

Órgão de controle do Ministério Público aceitou reclamação requerida por Rodrigo Souza e Silva

Eduardo Miranda


 O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) abriu sindicância para investigar a conduta do promotor de Justiça Marcos Alex Vera de Oliveira. A Reclamação Disciplinar 1.00406/2018-29, do advogado Rodrigo Souza e Silva, filho do governador Reinaldo Azambuja, foi aceita pelo plenário da instituição.  

A reclamação disciplinar de Rodrigo Souza e Silva foi feita em maio do ano passado, depois de o nome dele ter sido veiculado em reportagens que o ligava a um suposto roubo de um malote de R$ 270 mil, dinheiro que seria usado como propina paga pela administração estadual ao corretor de gado José Ricardo Guitti, conhecido como Polaco. Outro fato motivador da reclamação foram os indeferimentos do acesso ao procedimento investigativo criminal aberto que tratou sobre o suposto roubo do malote. 

O julgamento do recurso feito pelo advogado de Rodrigo, Gustavo Passarelli, foi adiado por, pelo menos, duas vezes no mês passado, no dia 9 e, posteriormente, no dia 23. Passarelli recorreu em novembro do ano passado de decisão de arquivamento da representação original, feita pelo corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel, e levou o caso ao plenário. Os adiamentos dos julgamentos no mês passado teriam ocorrido a pedido de representantes do Ministério Público de Mato Grosso do Sul. 

Conforme Passarelli, de agora em diante, será aberta uma sindicância, na qual as partes envolvidas produzirão provas relacionadas ao teor da representação, que ataca a conduta do promotor. “Também haverá oitiva de testemunhas e, ao fim, pode-se concluir ou não pela abertura de processo administrativo-disciplinar”, explicou o advogado. A sindicância é um procedimento preparatório. 

Marcos Alex Vera também comentou sobre a abertura de sindicância. Afirmou que recebeu a decisão do plenário do CNMP com naturalidade. “Não é a primeira vez que isso ocorre nem será a última”, afirmou. 

 





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