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Ministério Público Estadual acumula trapalhadas em Mato Grosso do Sul


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19/06/2019 06h14

Ministério Público Estadual acumula trapalhadas em Mato Grosso do Sul

Processos mal feitos e cheios de lacunas e manifestações antagônicas dos titulares do mesmo órgão marcam a atuação recente em MS

Lucimar Couto


As trapalhadas viraram rotina entre os integrantes do Ministério Público Estadual. No episódio mais recente, um dos protagonistas foi o promotor de Justiça Marcos Alex Vera de Oliveira, titular da 30ª Promotoria do Patrimônio Público de Campo Grande.

 Ele questionou a transparência do Tribunal de Contas e viu um membro da mesma instituição, o procurador de Justiça Edgar Lemos de Miranda, atuar em sentido contrário e defender a extinção da ação.

Não foi a primeira vez que procurador e promotor divergiram publicamente. No ano passado, Marcos Alex foi contra o acordo homologado pelo procurador-geral de Justiça, Paulo Cézar dos Passos, o governador Reinaldo Azambuja e o então presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Waldir Neves, para a conclusão do Aquário do Pantanal.

Nesse caso, a atuação de Marcos Alex pode ter ultrapassado as prerrogativas do cargo. O promotor de Justiça exerce atividade perante o juiz de cada comarca e só quando é promovido a procurador pode atuar perante o Tribunal de Justiça.


 




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