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Viúva de homem morto fuzilado invade hospital e denuncia sumiço de doláres


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21/11/2020 12h01

Viúva de homem morto fuzilado invade hospital e denuncia sumiço de doláres

O dinheiro que a vítima levava no carro foi apreendido por equipes da polícia paraguaia logo após o crime

Por Viviane Oliveira e Helio de Freitas


 A viúva do paraguaio Fredy Enchagüe Bordon, de 22 anos, executado nesta sexta-feira (20) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã, invadiu o hospital para denunciar o sumiço de dois maços de dólares.

 
 
Conforme apurado pelo Campo Grande News, Fredy tinha passagem pela polícia por furto e por portar documento falso. Ele dirigia uma SUV blindada, de cor preta, quando foi atingido por vários tiros disparados por ocupantes numa caminhonete Hilux, de cor prata.
 
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Fredy foi socorrido para o Hospital São Lucas, onde morreu. Na unidade de saúde, uma mulher não identificada apareceu gritando ser viúva da vítima. Ela denunciava o sumiço do dinheiro que estava dentro do carro, no qual Fredy dirigia no momento do atentado. A quantia em dólares, que não teve o valor divulgado,  foi apreendida por equipes da polícia paraguaia.
 
Caso - Durante o atentado duas pessoas, uma criança de 6 anos e uma mulher de 36 anos, que não tinham nada a ver com a situação, foram feridas a tiros. A criança teve o nariz arrancado por tiro de fuzil de raspão. Ela recebeu atendimento no Hospital Regional de Ponta Porã e devido a gravidade foi transferida em estado grave para o HV (Hospital da Vida) em Dourados.
 
A outra mulher, de 36 anos, que também ficou ferida, estava em ponto de ônibus. Não há informação sobre o estado de saúde dela. Dentro do SUV blindado, com placa do Paraguai, que Fredy dirigia, foram localizados dois maços de dólares. A polícia paraguaia ainda não sabe qual a procedência do dinheiro.
 
No Hyundai, de cor preta, encontrado abandonado ao lado do carro crivado de balas também havia dinheiro, cerca de 48 mil. Ainda não se sabe se os ocupantes do automóvel têm participação na execução. A suspeita é de que Fredy era contador do tráfico na região.
 
 
 




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