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IRB e CNPTC divulgam dados nacionais sobre teletrabalho


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15/05/2021 15h24

IRB e CNPTC divulgam dados nacionais sobre teletrabalho

A pesquisa foi realizada com mais de sete mil servidores de 32 Tribunais de Contas

Tania Sother


 O Instituto Rui Barbosa e o Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) apresentaram nesta quinta-feira, em uma live no youtube, os resultados de uma pesquisa nacional sobre teletrabalho. A pesquisa foi realizada com mais de sete mil servidores de 32 Tribunais que estão trabalhando ou já trabalharam em regime de home Office, com o objetivo identificar questões relacionadas ao teletrabalho, antes e durante a pandemia de Covid-19.

A pesquisa apresenta dados sobre as competências técnicas e gerenciais que precisam ser desenvolvidas e sinaliza o comportamento emocional do grupo de respondentes durante a pandemia. O relatório é rico em dados sobre o objeto da pesquisa “teletrabalho” e contribuirá para subsidiar a elaboração de propostas de diretrizes para essa modalidade de trabalho.

Os dados consolidados no relatório permitem assegurar que a maioria é favorável à modalidade de teletrabalho, que segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT) “… é definido pelo uso de tecnologias de informação e comunicação (TIC), tais como smartphones, tablets, computadores portáteis e de secretária, (Eurofound e OIT, 2017), no trabalho que é realizado fora das instalações da entidade empregadora”.

O relatório mostra que, apesar de todas as vantagens e interesses apontados pelos respondentes sobre o teletrabalho, é necessário ter infraestrutura adequada, acesso a recursos tecnológicos, acompanhamento assíduo dos gestores e ampliação de oferta de capacitação na modalidade à distância.

O questionário apresentou 83 perguntas, para as quais 7.555 servidores ativos e/ou com algum vínculo de trabalho com os Tribunais, de um total de 20.413 apresentaram respostas, compondo uma amostra substancial de 37% do total de servidores. Foram 32 Tribunais de Contas que aderiram à iniciativa, representando 97% da totalidade das cinco regiões do País. A amostra permite afirmar que os resultados apresentam um nível de confiança de 99% e erro amostral de 5%.

A apresentação ao vivo contou com a presença de membros e servidores dos Tribunais de Contas e Ministério Público de Contas de todo o País. O coordenador da Secretaria Executiva da Ouvidoria do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, Álvaro Scriptore Filho, acompanhou a live e avaliou os resultados. “Essa pesquisa vai servir para balizar o futuro. Acredito que após a pandemia nada mais será como antes, que o teletrabalho, realmente, será o caminho onde o que contará serão os resultados e a produtividade.”

O presidente do CNPTC e do Comitê Técnico de Gestão de Pessoas do Instituto Rui Barbosa (IRB), Joaquim de Castro, destacou que os resultados da pesquisa servirão para que os Tribunais de Contas tenham sua própria percepção para que o trabalho seja cada vez mais profícuo. “Este diagnóstico de agora será importante para a elaboração de uma proposta de uniformização do teletrabalho”.

 

 





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