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Reforma garante conforto e melhoria do aprendizado na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho


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25/08/2021 14h00 - Atualizado em 25/08/2021 15h15

Reforma garante conforto e melhoria do aprendizado na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho

Paulo Fernandes, Subcom


 Funcionária mais antiga da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, Rosa Marques Silva nunca tinha visto uma reforma tão ampla e significativa no prédio do início da década de 70. Todos os espaços físicos receberam investimento. O prédio ganhou elevador, rampas e demais dispositivos de acessibilidade, adequação da edificação às normas vigentes de proteção contra incêndio e pânico e proteção contra descargas atmosféricas. A cobertura foi substituída, assim como revestimentos de pisos, os banheiros e a cozinha foram totalmente reformados, as calçadas sofreram adequações e a escola ganhou pintura nova.

 

 

Rosa Marques é funcionária mais antiga da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho

Para ela, que completa 62 anos no próximo dia 30, a entrega da reforma é como um presente. “Eu amo essa escola. Já fiz de tudo aqui. Fui da limpeza, merendeira, professora sem ser professora, e hoje sou inspetora e nesses 25 anos nunca vi uma reforma como essa. Agora tem elevador, acesso para cadeirante, a cozinha, era pequenininha, hoje está linda. Eu sofria com aquela cozinha. Ficou mais aconchegante para a gente e para os alunos. O conjunto ficou ótimo”, contou Rosa. Rosa Marques é funcionária mais antiga da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho

 

Resultado de um investimento de R$ 6,5 milhões (R$ 4,6 milhões da gestão estadual e R$ 1,9 milhão do governo federal), a revitalização foi entregue nesta quarta-feira (25) pelo governador Reinaldo Azambuja. “É uma alegria ter feito toda a reconstrução, ampliação e revitalização do Lúcia Martins Coelho que é, talvez, uma das escolas mais antigas de Mato Grosso do Sul, com 51 anos, lançada em 1970 e inaugurada em 1971, e principalmente pela história da Dona Lúcia (que dá nome à escola), uma pessoa que foi alfabetizada pelo esposo, construiu uma escola na sua propriedade, porque ela era apaixonada pela educação e pelo que significa a Escola de Autoria, de tempo integral, com laboratório, robótica, aprendizado. Isso fortalece a escola na volta dos alunos e faz parte de um programa que vai praticamente reformar e reconstruir todas as escolas públicas estaduais de Mato Grosso do Sul”, disse Reinaldo Azambuja.

 

Ele explicou que das 386 escolas estaduais, cerca de 250 já passaram por revitalização e 134 estão em fase de projeto, contratação ou início de obras. Em reformas e melhorias já foram investidos mais de R$ 350 milhões e outros R$ 150 milhões estão previstos para 2022. O governador também anunciou que, em outubro, vai enviar um projeto de lei para a Assembleia Legislativa para valorizar os servidores administrativos da educação por meio do plano de cargos, carreira e salários.

 

 

Entrega da reforma de prédio histórico contou com a presença do presidente da Assembleia, Paulo Corrêa, e do secretário Eduardo Riedel (foto: Chico Ribeiro) Entrega da reforma de prédio histórico contou com a presença do presidente da Assembleia, Paulo Corrêa, e do secretário Eduardo Riedel (foto: Chico Ribeiro)

Para o secretário de Infraestrutura, Eduardo Riedel, a obra, entregue na véspera do aniversário de Campo Grande, tem um significado especial pela importância da educação. "Fazer o trabalho que foi feito aqui, nessa escola, é muito simbólico, representa um plano de educação que vai transforma a realidade do nosso Estado, do nosso País e representa a melhora da qualidade de ensino, um novo sistema, ao sair da escola, esses alunos podem conduzir sua verdadeira história, com mais oportunidades".

 

A secretária de Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, lembrou que o objetivo da revitalização é a melhoria do ensino. “O espaço adequado, uma boa quadra, a alimentação, tudo colabora com a aprendizagem e o governador não tem medido esforços para isso”, declarou. O diretor da escola, Márcio Beretta Cossato, engrossou o coro. “Hoje a comunidade Lúcia Martins Coelho se alegra. A reforma mexeu com a infraestrutura, mas também com o aprendizado”.

 

A Escola Estadual Lúcia Martins Coelho foi declarada no Plano Diretor como Zona Especial de Interesse Cultural. Projetada por quatro arquitetos de São Paulo (Raymundo de Paschoal, Haron Cohen, Antonio Foz e Laonte Klawa) em 1969, ela faz parte de uma corrente da arquitetura modernista conhecida como Escola Paulista ou Brutalismo, com concreto aparente e grandes vãos, muito comum em Campo Grande na década de 70. A reforma, que manteve as características do prédio, ajuda a preservar a estrutura da escola e a história de Campo Grande.

 

 

Escola tem 51 anos

 

Todos os espaços receberam investimento

 

Ensino presencial foi retomado com medidas de biossegurança

Ensino presencial foi retomado com medidas de biossegurança

Também participaram da inauguração da reforma o presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Corrêa; secretário especial de Assuntos Estratégicos, Pedro Chaves; deputado estadual Rinaldo Modesto; diretor-presidente da Agepan, Carlos Alberto de Assis; e os vereadores Ronilço Guerreiro e Professor Juari.

 

 

 

 





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