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Dólar abre em leve alta com mercado atento a dados do Brasil e EUA


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06/03/2026 07h08

Dólar abre em leve alta com mercado atento a dados do Brasil e EUA

Boletim sobre o câmbio — Elson Gusmão – diretor de Câmbio da Ourominas



O dólar abriu o dia a R$ 5,2473. A cotação atual gira em R$ 5,25, apresentando leve alta. O mercado começa a quinta-feira em clima de cautela moderada, mas com algum apetite ao risco, após o dólar perder força globalmente diante da recuperação dos índices acionários nos EUA e na Europa.

 

 

 



A melhora parcial no humor internacional ocorre apesar dos riscos persistentes da guerra no Oriente Médio, que seguem no radar dos investidores, segundo análise da Reuters. O fluxo cambial ainda é influenciado por ajustes técnicos após a forte volatilidade dos últimos dias, com investidores devolvendo parte dos prêmios adicionados ao dólar durante o pico das tensões geopolíticas.

 



Agenda do dia: O destaque internacional é a divulgação do relatório de emprego ADP nos EUA, que registrou criação de 63 mil vagas no setor privado, acima do esperado, reforçando apostas sobre a trajetória da política monetária americana. No front doméstico, investidores acompanham desdobramentos da política monetária do Banco Central do Brasil e o noticiário envolvendo a Operação Compliance Zero, que voltou a repercutir no ambiente financeiro.

Cenário internacional: O mercado monitora a escalada do conflito no Oriente Médio, que pressiona o petróleo e mantém elevada a volatilidade global. Apesar disso, a estabilização recente do preço da commodity ajudou a reduzir parte da pressão sobre o dólar, estimulando ajustes e movimentos de correção nas moedas emergentes, inclusive o real. Investidores também observam sinais sobre possíveis mudanças na política monetária dos EUA, que podem alterar expectativas para os próximos meses, especialmente diante da sensibilidade a indicadores de emprego e atividade.

O dólar opera com leve oscilação e tom de cautela, influenciado pelo equilíbrio entre tensões geopolíticas persistentes e momentos de alívio nos mercados globais.


Boletim sobre o ouro — Mauriciano Cavalcante – Economista da Ourominas

O ouro opera nesta quinta-feira com viés de alta, refletindo o aumento da busca por proteção em meio às tensões geopolíticas e ao ajuste dos mercados globais. No cenário internacional, a cotação do ouro futuro registra US$ 5.165,49 por onça. No Brasil, o preço do ouro à vista está em R$ 869,06 por grama (24k), indicando queda de 2,54% em relação ao dia anterior.

O movimento do mercado hoje é marcado por sentimento de cautela, com investidores elevando posições defensivas diante do agravamento do conflito envolvendo Irã, Israel e EUA , fator que tradicionalmente fortalece o ouro como ativo de segurança. A demanda de proteção ocorre após dias de forte volatilidade nos mercados globais, com receios inflacionários e impactos no petróleo influenciando o humor dos investidores.

 



A variação do ouro também reflete a expectativa em torno da política monetária dos EUA, já que dados fortes do mercado de trabalho e inflação pressionam o Federal Reserve a manter juros elevados por mais tempo, o que normalmente limita a valorização do metal, por não gerar rendimento. No entanto, o ambiente de risco geopolítico tende a compensar esse efeito no curto prazo, sustentando o metal acima dos níveis recentes.

 

Economia

Agenda do dia e fatores de influência: Relatórios econômicos dos EUA seguem no foco do mercado, especialmente indicadores de emprego e inflação, pela influência direta nas expectativas de juros. No exterior, o conflito no Oriente Médio continua sendo o principal vetor de volatilidade, impulsionando movimentos de busca por proteção. No Brasil, o preço local acompanha o avanço internacional do metal, mas também é afetado pelas oscilações do câmbio, que segue influenciado pelo fluxo estrangeiro e pelo noticiário político-econômico interno.

O ouro, portanto, inicia o dia sustentado por fluxo defensivo e permanece sensível à evolução do cenário global, especialmente ao conflito geopolítico e às sinalizações de política monetária nas grandes economias.

Sobre Elson Gusmão

Elson Gusmão é o Diretor de Operações da Ourominas, considerada uma das maiores empresas de ouro e câmbio do país. Formado em Gestão Financeira em 2016, está há mais de 8 anos na Instituição Financeira e DTVM. Faz análises sobre a cotação de câmbio de moedas e realiza comentários sobre as atualizações do mercado.
 

Sobre Mauriciano Cavalcante

Mauriciano Cavalcante é economista da Ourominas, uma das maiores empresas de compra e venda de ouro no Brasil. Bacharel em Negócios Internacionais e Comércio Exterior, o especialista comenta sobre a cotação do ouro e câmbio de moedas. Mauriciano também aborda sobre tendências do mercado nacional e internacional e sua correlação com o mercado cambial.
 

Sobre a Ourominas

A Ourominas (OM) possui anos de história e atuação. Ao longo desse período construiu uma sólida reputação, se consolidando como uma bem-sucedida instituição do mercado e referência no Brasil em serviços financeiros.

Atualmente a OM possui um portfólio diversificado de soluções financeiras no mercado de ouro ativo financeiro para exportação, investimento e consumo industrial, da qual é certificada na Americas Gold Manufacturers Association (AMAGOLD). E no mercado de câmbio de moedas estrangeiras para turismo e negócios internacionais, integra a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM).

Em 2021, a OM foi a primeira Instituição Financeira da América Latina a possuir as certificações ISO 9001, 14001 e 45001, e em 2022, a OM foi a primeira Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) da América Latina a possuir a certificação Great Place to Work (GPTW).

Com uma estrutura completa de consultores especializados, oferece atendimento dedicado a diversos perfis de empresa ou pessoa física, moldando os produtos às necessidades dos clientes com qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.


koreoficial.com.br/

 




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