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Por que os produtores do agro estão comprando o luxo dos imóveis de Balneário Camboriú e da Praia Brava?


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  • mell280

17/03/2026 17h09

Por que os produtores do agro estão comprando o luxo dos imóveis de Balneário Camboriú e da Praia Brava?

João Pedro


O início do ciclo de colheita da safra de grãos no Centro-Oeste e Paraná ativou um fluxo de capital imediato para o litoral norte de Santa Catarina. Bruno Cassola, especializado na gestão de ativos imobiliários de alto padrão, aponta que os produtores rurais representam hoje uma fatia considerável dos investidores de alto padrão em Balneário Camboriú e na Praia Brava de Itajaí, em torno de 30% dos compradores.

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Março, 2026 - O movimento do agro para o mercado imobiliário do litoral norte de Santa Catarina não é somente turístico, é financeiro. Segundo o corretor de imóveis Bruno Cassola, especialista em investimentos de alto padrão, se trata de uma estratégia de proteção patrimonial, onde o lucro volátil das commodities é convertido em ativo real, com liquidez acima da média nacional e uma valorização que faz frente às oscilações do dólar, maximizando o poder de compra do investidor.

A decisão de alocação de recursos do agronegócio em Balneário Camboriú e na Praia Brava de Itajaí se baseia em quatro fatores econômicos que, conforme a análise de Cassola, geralmente superam a rentabilidade de aplicações bancárias tradicionais:

  1. Descorrelação com o Risco-Brasil

Enquanto a saca de soja e a arroba do boi sofrem exposição direta a fatores climáticos e oscilações cambiais e de mercado, o metro quadrado em Balneário Camboriú mantém uma curva de valorização independente da macroeconomia nacional. "O imóvel de frente para o mar ou em localizações nobres atua como uma "apólice de seguro" para o produtor. Em anos de quebra de safra ou baixa de preços internacionais, a liquidez do ativo imobiliário em SC permite a recomposição de caixa e proteção patrimonial", conta Bruno Cassola.

  1. A "Bolsa de Valores" da Praia Brava

Assim como Balneário Camboriú, que é consolidada (semelhante ao ouro), a Praia Brava é vista pelo investidor do agro como outro polo de crescimento exponencial. A região de Itajaí atrai o perfil de produtor que também aposta na escassez territorial e no desenvolvimento urbano. A compra na planta funciona como a aquisição de terras, captando o ciclo de valorização desde o início.

  1. O "Plano Safra" imobiliário

A adaptação do mercado imobiliário ao fluxo de caixa do campo foi determinante. Grandes incorporadoras da região institucionalizaram planos de pagamento semestrais ou anuais, sincronizados com as janelas de colheita da soja e do milho. Essa flexibilidade permite que o produtor adquira patrimônio de R$ 3 milhões ou R$ 20 milhões sem descapitalizar o giro operacional da fazenda, utilizando apenas o excedente líquido da produção.

  1. Logística de gestão familiar

A infraestrutura logística de Santa Catarina, com dois aeroportos internacionais (Navegantes e Florianópolis) e aeroportos particulares “Costa Esmeralda”, helipontos em alguns empreendimentos, transformou o litoral no centro administrativo de muitos holdings familiares. Com a tecnologia de monitoramento remoto da lavoura, a segunda geração de sucessores do agro opta por residir no litoral catarinense, e gerencia a operação do Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, entre outros, por exemplo, à distância, unindo segurança jurídica e qualidade de vida.

Corretor premiado e especialista em investimentos de alto padrão com quase 20 anos de experiência, Bruno Cassola é referência nacional, oferece consultoria personalizada e análises sobre o mercado imobiliário de Balneário Camboriú e da Praia Brava de Itajaí. Mais informações em: https://www.brunocassola.com.br/.


 





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