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A união terá como foco converter passivo ambiental para o proprietário de terras em ativo financeiro transacionável e rentável
| Um dos projetos de conservação será a Fazenda J. Crestani, com áreas nativas preservadas em 3.751,8721 hectares no Mato Grosso. |
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A homologação estratégica na B4, a primeira Bolsa de Ação Climática do Brasil pela Vert Ecotech estabelece um novo padrão de credibilidade e transparência para o mercado de crédito de carbono, consolidando-se como a iniciativa que veio para tornar o planeta efetivamente mais verde. Com o objetivo central de transformar a pegada de carbono em plantio por meio de soluções de alta integridade, a união foca em converter o que hoje é um passivo ambiental para o proprietário de terras em um ativo financeiro transacionável e rentável. Esse modelo permite que áreas de reserva legal passem a ser monetizadas, gerando um novo olhar sobre a floresta em pé e incentivando o engajamento direto com a conservação e o combate às mudanças climáticas.
A Vert Ecotech enxerga o mercado atual como um cenário que carece de confiança e entende que a homologação rigorosa é o único caminho para acelerar o desenvolvimento de projetos sustentáveis reais. Com a visão voltada para 2026, a empresa abraça os critérios estritos da B4 — onde o compliance é tão rigoroso que menos de 3% dos mais de 500 projetos analisados alcançam a listagem — como uma garantia de que cada solução apresentada possua lisura, transparência e segurança jurídica.
"A B4 nasceu com a missão de trazer rigor e compliance para um mercado que não aceita mais incertezas. Nossa homologação é propositalmente crítica porque entendemos que a verdadeira ação climática exige ativos auditáveis e reais. Ao receber a Vert Ecotech em nosso ecossistema como empresa homologamos, validamos uma operação que compartilha dessa visão de transparência absoluta, garantindo que o investidor e o planeta recebam exatamente o que foi prometido", salienta Odair Rodrigues, CEO e fundador da B4.
| Outro projeto será a Fazenda Cristal, na cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, com área totalmente coberta pelo bioma Pantanal. |
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A materialização desse rigor reflete-se na listagem de projetos emblemáticos, com destaque para as unidades da Fazenda Cristal e da Fazenda J. Crestani, que atualmente estão em fase de listagem e consolidação de ativos. Através de um modelo turnkey, a Vert Ecotech assume toda a complexidade do processo — desde a análise de viabilidade até a comercialização final — garantindo que o proprietário não encontre barreiras burocráticas para gerar impacto positivo.
“Na Vert Ecotech, acreditamos que a consolidação do mercado de carbono passa,necessariamente, por três pilares fundamentais: tecnologia, integridade e escala. Por isso, estruturamos nossa atuação a partir de uma base tecnológica robusta, Mais do que gerar créditos de carbono, nosso compromisso é estruturar soluções que representem impacto real, mensurável e duradouro. Em um cenário global onde a confiança é um dos principais desafios do mercado de carbono, a Vert se posiciona como um agente de transformação, elevando o padrão dos projetos por meio da inovação, da transparência e da excelência técnica. Nosso objetivo é claro: consolidar o crédito de carbono como um ativo confiável, líquido e essencial para a transição para uma economia de baixo carbono”, comenta o presidente da Vert Ecotech SA, Alexandre Chiachiri.
Assim, o compromisso vai além do acompanhamento técnico: não é apenas monitorar; é agir e comprovar. A empresa utiliza tecnologia de ponta, incluindo plataformas de gestão em blockchain, monitoramento de biodiversidade e sistemas de prevenção de incêndios, todos protegidos por propriedade intelectual. Além da tecnologia, o pilar social é obrigatório: no padrão adotado, 10% da receita bruta é destinada a ações sociais nas comunidades onde os projetos estão inseridos, com indicadores de performance e evidências que comprovam a melhoria da qualidade de vida.
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