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- mell280
02/03/2022 10h23
FIEMS e Semagro articulam junto ao Mapa para liberar tráfego de cargas na fronteira em Corumbá
Dicom
Uma articulação entre o setor industrial e o Governo do Estado está liberando o desembaraço aduaneiro dos fiscais da Receita Federal que atuam no Porto Seco de Corumbá. O presidente do Sistema FIEMS, Sérgio Longen, e o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, apresentaram a demanda do setor produtivo à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.
Centenas de caminhões estavam parados na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, aguardando a liberação de cargas devido à operação padrão dos funcionários da Receita. Longen esteve em Brasília na última terça-feira (22/02) e levou a solicitação à ministra. Nesta sexta-feira (25/02), Tereza Cristina anunciou que manteve contatos com a Receita Federal para conseguir regularizar a situação.
"Atendendo à demanda de Corumbá, dos caminhões na fronteira, conversei com o secretário especial da Receita Federal, Julio Cesar Vieira Gomes, e ele prontamente nos atendeu, colocando o posto em prioridade. Segundo informação que tive hoje, metade dos caminhões já tinha passado a fronteira, e até o final do dia de hoje ou amanhã pela manhã, todo o problema estaria resolvido. Missão dada é missão cumprida", disse Tereza Cristina.
Jaime Verruck agradeceu o empenho da ministra e destacou a participação ativa, tanto do setor privado como do poder público, para atender às necessidades dos produtores. "Foi uma ação importante, preocupada com o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul, com o fluxo de mercadorias, os contratos já realizados e os custos envolvidos tanto para motorista para transportadores. A ministra fez esssa intervenção direta na Receita Federal, buscando essa solução que foi demandada pela FIEMS e pelo Governo do Estado".
O porto seco é administrado pela Agesa (Armazens Gerais Alfandegados de Mato Grosso do Sul). Auditores fiscais da Receita Federal estão há praticamente um mês em operação padrão, o que tem provocado fila de veículos de carga na região de fronteira. Só na Agesa, o principal corredor de comércio exterior do Brasil com a Bolívia, passam diariamente cerca de 200 carretas.
Segundo a Semagro, a intervenção da ministra já permitiu a liberação dos caminhões de combustível, que eram em torno de 180. "O próximo passo é a ampliação do chamado Canal Verde. O grande problema hoje é o volume que nós temos no Canal Vermelho, mas acho que ela já fez essa intervenção, e a expectativa é que agora nos próximos dias se regularize esse fluxo”, completou Verruck.
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