PUBLICIDADE

Dólar opera estável em dia de expectativa por dados IPCA e Payroll


PUBLICIDADE

09/01/2026 07h48

Dólar opera estável em dia de expectativa por dados IPCA e Payroll

Thais Cipollari


Boletim sobre o câmbio — Mauriciano Cavalcante – Economista da Ourominas

O dólar opera hoje cotado a R$ 5,39, praticamente estável em relação ao fechamento anterior. O movimento reflete cautela dos investidores diante da agenda econômica carregada no Brasil e nos Estados Unidos. A moeda norte-americana mantém sinais mistos frente a outras divisas, em meio a fluxos moderados e sem direção clara, sugerindo postura defensiva dos agentes.

O mercado opera em compasso de espera. No Brasil, investidores aguardam a divulgação do IPCA de dezembro, prevista para hoje, considerado o principal termômetro da inflação. Também estão no radar os leilões de títulos públicos do Tesouro Nacional e os dados de produção industrial de novembro, que podem indicar o ritmo da atividade.

No exterior, o destaque é o Payroll dos EUA, que deve trazer pistas sobre o mercado de trabalho e influenciar expectativas em torno da política monetária do Federal Reserve.

O cenário internacional adiciona tensão. A intervenção dos Estados Unidos na Venezuela elevou a percepção de risco geopolítico, enquanto os investidores monitoram os próximos passos da política monetária americana. A expectativa é de manutenção dos juros elevados por mais tempo, o que sustenta o dólar globalmente. Ao mesmo tempo, indicadores como o ISM de serviços e dados de inflação na Europa e Reino Unido também entram na conta.

O sentimento predominante é de cautela, com investidores evitando grandes apostas antes da divulgação dos números-chave. O fluxo cambial segue moderado, sem sinais de forte entrada ou saída, reforçando o tom defensivo. A direção do dólar ao longo do dia dependerá da leitura dos dados de inflação no Brasil e do mercado de trabalho nos EUA, que podem redefinir expectativas sobre juros e crescimento.

Em resumo, o dólar apresenta estabilidade, refletindo um mercado em espera por indicadores decisivos. A volatilidade deve aumentar conforme os números forem divulgados, com potencial impacto tanto no câmbio quanto nos ativos de risco.


Boletim sobre o ouro — Mauriciano Cavalcante – Economista da Ourominas

O ouro abriu o dia em leve baixa, cotado a US$ 4.477,80 por onça troy (cerca de R$ 24.053,85), recuando 0,41% em relação ao fechamento anterior. O movimento reflete cautela dos investidores diante da agenda econômica carregada no Brasil e nos Estados Unidos. Em reais, a cotação por grama está em torno de R$ 775,68, mostrando estabilidade frente às últimas sessões.

O mercado de ouro segue como porto seguro em momentos de incerteza. Hoje, os investidores monitoram os dados de inflação no Brasil (IPCA de dezembro) e o Payroll nos EUA, ambos decisivos para calibrar expectativas sobre política monetária. A postura é de cautela, com fluxos moderados e sem direção clara, já que o ouro tende a se valorizar em cenários de aversão ao risco, mas encontra resistência diante da perspectiva de juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos.

No Brasil, além do IPCA, a agenda inclui produção industrial de novembro e leilões de títulos públicos, que podem influenciar o câmbio e, indiretamente, o mercado de metais preciosos. Nos EUA, os números do mercado de trabalho são aguardados como termômetro da economia e fator-chave para a política do Federal Reserve.

O cenário internacional adiciona volatilidade. A expectativa de manutenção dos juros altos pelo Fed pressiona o ouro, já que ativos de renda fixa se tornam mais atrativos. Ao mesmo tempo, tensões geopolíticas e sinais de desaceleração global sustentam a demanda pelo metal como proteção.

Em resumo, o ouro abre em leve queda, refletindo um mercado dividido entre a busca por segurança e o impacto da política monetária americana. A direção ao longo do dia dependerá da leitura dos indicadores de inflação e emprego, que podem redefinir o apetite ao risco e a atratividade do metal precioso.

Sobre Mauriciano Cavalcante

Mauriciano Cavalcante é economista da Ourominas, uma das maiores empresas de compra e venda de ouro no Brasil. Bacharel em Negócios Internacionais e Comércio Exterior, o especialista comenta sobre a cotação do ouro e câmbio de moedas. Mauriciano também aborda sobre tendências do mercado nacional e internacional e sua correlação com o mercado cambial.

Sobre a Ourominas

A Ourominas (OM) possui anos de história e atuação. Ao longo desse período construiu uma sólida reputação, se consolidando como uma bem-sucedida instituição do mercado e referência no Brasil em serviços financeiros.

Atualmente a OM possui um portfólio diversificado de soluções financeiras no mercado de ouro ativo financeiro para exportação, investimento e consumo industrial, da qual é certificada na Americas Gold Manufacturers Association (AMAGOLD). E no mercado de câmbio de moedas estrangeiras para turismo e negócios internacionais, integra a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM).

Em 2021, a OM foi a primeira Instituição Financeira da América Latina a possuir as certificações ISO 9001, 14001 e 45001, e em 2022, a OM foi a primeira Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) da América Latina a possuir a certificação Great Place to Work (GPTW).

Com uma estrutura completa de consultores especializados, oferece atendimento dedicado a diversos perfis de empresa ou pessoa física, moldando os produtos às necessidades dos clientes com qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.koreoficial.com.br/

 

 





PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
  • academia374
  • Nelson Dias12
PUBLICIDADE