PUBLICIDADE

Popularização das finanças nas redes amplia acesso à informação, mas exige mais cautela do investidor


PUBLICIDADE
  • mell280

13/01/2026 11h39

Popularização das finanças nas redes amplia acesso à informação, mas exige mais cautela do investidor

julia nascimento


Busca por investimentos cresce no início do ano, mas excesso de orientações nas redes exige mais senso crítico do público

Com a virada do ano, cresce o interesse dos brasileiros por investimentos e organização financeira. Junto com ele, a avalanche de conteúdos sobre dinheiro nas redes sociais. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), mais de 60 milhões de brasileiros já investem ou pretendem investir, e boa parte desse público busca informações prioritariamente na internet e nas redes sociais, como Instagram e TikTok. 

Esse cenário impulsionou o crescimento dos chamados influenciadores financeiros, que ajudam a popularizar temas antes restritos a especialistas. No entanto, para André Bobek, fundador da Mhydas Planejamento Financeiro, o aumento do alcance não elimina a necessidade de cautela. “A democratização do conteúdo financeiro é positiva, mas ela também traz um risco importante: a ideia de que decisões complexas podem ser tomadas com base em dicas rápidas e generalistas”, afirma.

Dados da própria Anbima mostram que mais da metade dos investidores brasileiros têm baixo nível de conhecimento financeiro, o que amplia a vulnerabilidade a discursos que prometem retornos elevados com pouco risco. “Quando o seguidor não entende conceitos básicos como volatilidade, liquidez e horizonte de investimento, ele fica mais exposto a frustrações e perdas”, explica Bobek.

O especialista destaca que muitos influenciadores compartilham experiências pessoais legítimas, mas isso não substitui um planejamento estruturado. “O erro está em tratar a exceção como regra. Uma estratégia que funcionou em determinado contexto econômico ou perfil de renda pode ser inadequada, ou até prejudicial, para outra pessoa”, diz.

Outro ponto de atenção é o incentivo a decisões imediatas. “O mercado financeiro é cíclico e o Brasil convive historicamente com juros elevados, inflação pressionada e instabilidade econômica. Ainda assim, é comum ver conteúdos que estimulam movimentos rápidos, sem considerar objetivos de longo prazo ou a saúde financeira como um todo”, analisa Bobek.

Para quem começa o ano com a meta de investir melhor, o fundador da Mhydas reforça que o caminho mais seguro passa pelo planejamento. “Antes de escolher produtos financeiros, é fundamental organizar orçamento, formar reserva de emergência e definir metas claras. Investimento não deve ser encarado como aposta, mas como parte de uma estratégia de vida”, afirma.

Bobek avalia que os influenciadores podem ter um papel complementar, desde que o público adote uma postura crítica. “Conteúdos nas redes ajudam a despertar interesse e ampliar o debate sobre dinheiro. Mas decisões que impactam patrimônio, aposentadoria e qualidade de vida exigem análise, método e, muitas vezes, acompanhamento profissional”, conclui.

Sobre a Mhydas Planejamento Financeiro

A Mhydas Planejamento Financeiro está entre as empresas que mais crescem no Paraná e no Brasil. Com mais de 50 consultores financeiros, a empresa tem escritórios físicos em Ponta Grossa, Londrina, Campinas com atuação a nível nacional. Fundada por André Bobek, consultor eleito melhor vendedor de seguro de vida no Brasil por dois anos consecutivos (2019, 2020), consultor financeiro TOP Global, eleito 11º melhor do mundo, recordista do “State Insurance Sales” e membro do Million Dollar Round Table (MDRT), a Mhydas atua na educação, planejamento e melhoria da qualidade de vida por meio de consultoria financeira e tem a patente do Consórcio Multi Versátil. Saiba mais em: https://mhydas.com.br/

 

Popularização das finanças nas redes amplia acesso à informação, mas exige mais cautela do investidor


 


 





PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
  • academia374
  • Nelson Dias12
PUBLICIDADE