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Por que 2026 é o ano certo para deixar o aluguel e comprar a casa própria


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  • mell280

16/02/2026 10h14

Por que 2026 é o ano certo para deixar o aluguel e comprar a casa própria

Amanda Pacheco Kasecker


O sonho da casa própria continua sendo uma prioridade para milhões de brasileiros, e o cenário de 2026 pode transformar esse desejo em oportunidade concreta. O Brasil ainda possui um déficit habitacional expressivo. Somente no Paraná são cerca de 491 mil moradias, segundo a Cohapar.

 

 

 

Depois de um 2025 marcado por ajustes econômicos, o novo ano começa com sinais positivos para o crédito habitacional. Ampliação dos limites do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), expectativa de queda da Selic e orçamento recorde do FGTS criam um ambiente mais favorável para quem deseja sair do aluguel e conquistar o primeiro imóvel.

Para os sócios da Blendi Empreendimentos, incorporadora que atua no segmento econômico e no MCMV no Paraná, a combinação desses fatores torna 2026 um momento estratégico. “Hoje temos produto, crédito mais acessível e recursos garantidos. É uma convergência que não acontece sempre e que favorece diretamente o comprador”, afirma o CEO Beto Justus.

A seguir, confira os principais pilares que tornam 2026 um ano estratégico para a compra do primeiro imóvel:

Aumento dos tetos MCMV

O reajuste dos tetos de valores financiáveis e das faixas de renda do Minha Casa, Minha Vida, implementado em janeiro de 2026, ampliou o público elegível e passou a contemplar imóveis que antes ficavam fora do programa devido ao limite de preço.

Para se ter ideia, a proposta prevê o aumento do teto da Faixa 1, de cerca de R$ 2.850 para aproximadamente R$ 3.200 mensais, e da Faixa 2, de R$ 4.700 para cerca de R$ 5.000, alinhando-se inclusive ao novo limite de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil.

Na prática, a mudança permite que famílias antes excluídas voltem a se enquadrar em faixas com maiores subsídios e taxas de financiamento mais atrativas. O impacto também é percebido na qualidade do imóvel: amplia-se o acesso a melhores localizações, padrão de acabamento mais qualificado e possibilidade de financiar uma parcela maior do valor total, reduzindo o peso da entrada. “O cliente consegue morar melhor pagando menos e com menor necessidade de recurso próprio no início”, explica Luã Brandalise, COO da Blendi.

Expectativa de queda da Selic 

A projeção de que a Taxa Selic encerre 2026 em torno de 12,25% melhora o ambiente econômico e a confiança no mercado. Embora o MCMV tenha taxas próprias, mais baixas que as de mercado, a redução dos juros impacta indiretamente a oferta de crédito.

Com custo do dinheiro menor, bancos tendem a ampliar liberações e flexibilizar análises, estimulando a tomada de financiamento. “A queda da Selic melhora o ambiente como um todo. O cliente ganha confiança e as instituições financeiras ficam mais propensas a conceder crédito”, pontua Justus.

Funding recorde 

O orçamento do FGTS para habitação em 2026 é o maior já registrado: R$ 144,5 bilhões destinados ao setor. O volume assegura fôlego financeiro ao MCMV e previsibilidade para novas contratações.

Segundo os sócios da Blendi, essa segurança é fundamental. “Não adianta haver demanda se faltar recurso para liberar os contratos. Neste ano, o orçamento robusto garante estabilidade e ritmo acelerado de aprovações”, afirma Brandalise.

Além do programa federal, iniciativas como o Casa Fácil Paraná ampliam o acesso à moradia ao oferecer subsídios complementares, que podem chegar a R$ 20 mil para famílias e até R$ 80 mil para idosos. O governo federal também mantém meta agressiva de contratação de novas unidades em 2026, reforçando o apoio ao setor habitacional.

“Quando temos subsídio, crédito estruturado e recursos garantidos, criamos um ambiente ideal para que as famílias tomem a decisão de sair do aluguel e construir patrimônio”, conclui Justus.

Sobre a Blendi

Fundada em 2019 por Beto Justus e Luã Brandalise, a Blendi Empreendimentos nasceu com o propósito de transformar o mercado imobiliário por meio da inovação e do compromisso com a qualidade. Em 2024, a empresa figurou entre as Top 3 no ranking Negócios em Expansão, promovido pela EXAME e pelo BTG Pactual, reconhecimento que reflete seu crescimento acelerado e gestão sólida. Em apenas seis anos de atuação, a Blendi lançou cerca de 3 mil unidades em 12 empreendimentos. Todos os projetos estão concentrados no Norte do Paraná, com presença em Londrina, Maringá e Apucarana. A consistência da gestão e o investimento contínuo em pessoas e processos também renderam à empresa, pelo segundo ano consecutivo, a certificação Great Place to Work (GPTW) em 2025. No mesmo ano, a Blendi conquistou o Selo Ouro no Prêmio Prevision 2025, que reconhece as empresas com o planejamento mais eficiente do Brasil. Com foco em entregar o que promete e gerar valor para clientes, investidores e parceiros, a Blendi se consolida como uma das incorporadoras que mais crescem no sul do Brasil.

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