- mell280
27/02/2026 11h05
Dólar apresenta leve alta com mercado de olho na inflação dos EUA e sinais do Fed
O dólar apresenta leve alta, nesta sexta-feira, cotado a R$ 5,15. O movimento é moderado e reflete um mercado ainda em tom de cautela, com investidores ajustando posições após volatilidade recente.
Há sinais de fluxo ainda misto: parte dos agentes permanece defensiva diante do cenário externo, enquanto investidores estrangeiros têm aumentado exposição a emergentes nos últimos dias, contribuindo pontualmente para alívio do real, como já visto em sessões recentes com entrada de capital internacional.
No exterior, as atenções seguem voltadas para expectativas de política monetária nos Estados Unidos. Indicadores recentes têm gerado dúvidas sobre o ritmo futuro dos juros, mantendo o dólar globalmente volátil. A agenda inclui dados de inflação ao produtor (PPI) e discursos de dirigentes do Federal Reserve, que podem influenciar apostas sobre cortes ou manutenção das taxas.
No Brasil, investidores monitoram divulgações fiscais e leituras de inflação, que afetam a percepção sobre a trajetória da política monetária local. O humor do mercado doméstico também reage ao ambiente político, com eventuais tensões impactando a formação do câmbio.
A agenda do dia reúne indicadores econômicos relevantes no Brasil e no exterior, incluindo dados de inflação, divulgação de números fiscais e relatórios de atividade nos EUA e Europa, todos influenciando o apetite ao risco e a direção dos fluxos cambiais.
O cenário internacional segue determinante para o comportamento do dólar. A combinação entre expectativas de juros no exterior, desempenho de commodities e tensões comerciais continua guiando a formação da taxa, enquanto o mercado local responde à dinâmica fiscal e ao fluxo estrangeiro.
Boletim sobre o ouro — Mauriciano Cavalcante – Economista da Ourominas
O ouro opera nesta sexta-feira em leve alta, refletindo um mercado global dividido entre busca por proteção e ajustes após recentes movimentos nos rendimentos dos Treasuries. A onça‑troy é negociada a US$ 5.173,15, avanço de 0,16% frente ao fechamento anterior.
O metal precioso abriu o dia também em US$ 5.164,96, em linha com a volatilidade recente observada no mercado de commodities. A cotação trabalha dentro da faixa diária entre US$ 5.164,31 e US$ 5.181,76, mantendo o tom de cautela observado nos últimos pregões.
O sentimento no mercado é de busca moderada por proteção, especialmente diante das incertezas globais relacionadas à política monetária dos EUA. Tensões comerciais recentes e oscilações do dólar têm contribuído para manter o ouro em patamar elevado. Investidores também monitoram o comportamento dos rendimentos dos títulos americanos, que seguem como o principal driver do metal, quedas nos yields tendem a sustentar o preço do ouro, enquanto altas reduzem o apelo do ativo.
No cenário internacional, o foco do dia recai sobre discursos de dirigentes do Federal Reserve e indicadores econômicos dos EUA, que podem alterar expectativas sobre o ritmo de cortes ou manutenção dos juros. Também entram no radar dados de inflação e atividade nas principais economias, além do comportamento das bolsas globais, que influenciam o apetite ao risco. Notícias recentes apontam que o ouro chegou a tocar máximas de três semanas em meio a tensões comerciais e fortalecimento pontual do dólar, embora mantenha tendência de alta no acumulado recente.
A agenda desta sexta‑feira inclui balanços corporativos, dados de inflação e indicadores de confiança nos EUA e na Europa, todos relevantes para o fluxo em ativos de proteção. O ambiente político internacional também segue contribuindo para a volatilidade, especialmente diante de tensões geopolíticas e incertezas comerciais.
Sobre Elson Gusmão
Elson Gusmão é o Diretor de Operações da Ourominas, considerada uma das maiores empresas de ouro e câmbio do país. Formado em Gestão Financeira em 2016, está há mais de 8 anos na Instituição Financeira e DTVM. Faz análises sobre a cotação de câmbio de moedas e realiza comentários sobre as atualizações do mercado.
Sobre Mauriciano Cavalcante
Mauriciano Cavalcante é economista da Ourominas, uma das maiores empresas de compra e venda de ouro no Brasil. Bacharel em Negócios Internacionais e Comércio Exterior, o especialista comenta sobre a cotação do ouro e câmbio de moedas. Mauriciano também aborda sobre tendências do mercado nacional e internacional e sua correlação com o mercado cambial.
Sobre a Ourominas
A Ourominas (OM) possui anos de história e atuação. Ao longo desse período construiu uma sólida reputação, se consolidando como uma bem-sucedida instituição do mercado e referência no Brasil em serviços financeiros.
Atualmente a OM possui um portfólio diversificado de soluções financeiras no mercado de ouro ativo financeiro para exportação, investimento e consumo industrial, da qual é certificada na Americas Gold Manufacturers Association (AMAGOLD). E no mercado de câmbio de moedas estrangeiras para turismo e negócios internacionais, integra a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM).
Em 2021, a OM foi a primeira Instituição Financeira da América Latina a possuir as certificações ISO 9001, 14001 e 45001, e em 2022, a OM foi a primeira Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) da América Latina a possuir a certificação Great Place to Work (GPTW).
Com uma estrutura completa de consultores especializados, oferece atendimento dedicado a diversos perfis de empresa ou pessoa física, moldando os produtos às necessidades dos clientes com qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.
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