23/03/2026 13h36
5 maneiras de usar o Pix em viagens internacionais e ganhar mais controle financeiro
Solução brasileira ganha espaço no exterior ao diminuir taxas, evitar variações cambiais e simplificar pagamentos do dia a dia
O planejamento de uma viagem internacional vai além de passagens e hospedagem são gastos normais, mas a forma de pagar também impacta diretamente o orçamento. Nesse cenário, o Pix começa a ganhar espaço como alternativa viável para brasileiros no exterior, já presente em destinos como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Costa Rica, Estados Unidos, Portugal, França e Espanha.
Com a expansão desse modelo, viajantes passam a contar com uma opção mais simples e eficiente para lidar com despesas fora do país. A seguir, confira cinco recomendações para utilizar o Pix de forma estratégica durante a viagem. “O Pix já é amplamente utilizado no Brasil e sua aceitação internacional traz uma nova dinâmica para quem viaja, eliminando parte relevante dos custos associados a cartões e câmbio”, afirma Carlos Henrique, CEO da Sttart Pay.
Confira as dicas abaixo:
1) Avalie o custo total antes de optar entre Pix e cartão
Apesar da praticidade, o cartão de crédito costuma envolver encargos como IOF elevado e variação cambial até o fechamento da fatura. Já o Pix, quando utilizado por meio de plataformas habilitadas, tende a oferecer maior previsibilidade de custos.
“Pagamentos internacionais via Pix reduzem incertezas e evitam cobranças que muitas vezes passam despercebidas no cartão. Em muitos casos, o impacto só aparece depois, na fatura, o que pode comprometer o planejamento financeiro da viagem”, explica Carlos.
2) Reduza riscos priorizando pagamentos digitais
Transportar dinheiro em espécie ainda é comum, mas expõe o viajante a perdas e riscos de segurança. Com o Pix, as transações são instantâneas, registradas e rastreáveis, o que aumenta a proteção.
“O uso do Pix elimina a necessidade de câmbio imediato, especialmente em aeroportos, onde o turista costuma estar mais vulnerável. Isso traz mais segurança e praticidade desde o início da viagem”, destaca o executivo.
3) Utilize o Pix nas despesas do dia a dia
Pagamentos recorrentes como alimentação, transporte e ingressos podem ser feitos diretamente via Pix, evitando trocas constantes de moeda.
“É justamente nas pequenas despesas que o viajante costuma perder mais dinheiro por conta do câmbio. O Pix simplifica esse processo e ajuda a manter o controle sobre os gastos ao longo da viagem”, comenta o especialista.
4) Evite surpresas com variações cambiais
Um dos principais desafios do cartão de crédito internacional é a imprevisibilidade da cotação, que só é definida no fechamento da fatura. O Pix, por outro lado, permite visualizar o valor final no momento da transação.
“Essa previsibilidade é fundamental, especialmente em cenários de volatilidade. O viajante sabe exatamente quanto está pagando, o que facilita o controle do orçamento”, afirma o CEO.
5) Use os comprovantes digitais a seu favor
Todas as transações realizadas via Pix ficam registradas em tempo real, o que facilita o acompanhamento dos gastos.
“Ter acesso imediato aos comprovantes ajuda na organização financeira e evita surpresas no retorno ao Brasil. O controle é muito mais eficiente ao longo de toda a viagem”, diz o executivo. "O uso do Pix fora do país ainda está em fase de expansão, mas já se apresenta como uma alternativa competitiva frente aos meios tradicionais. A tendência é que essa modalidade ganhe cada vez mais espaço, oferecendo ao viajante mais controle, economia e simplicidade na gestão dos pagamentos internacionais”, conclui Carlos Henrique.
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