- mell280
06/04/2026 05h34
Médico e escritor Augusto Cury é pré-candidato à Presidência em 2026
Cury se une a Ronaldo Caiado (PSD), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã) como pré-candidatos nas eleições 2026.
Ampliando para sete o número de pré-candidatos à Presidência da República em 2026, o médico psiquiatra, escritor e professor paulistano Augusto Cury foi anunciado oficialmente neste domingo (5), pelo partido Avante, como um dos nomes da disputa.
Ele se une a nomes como presidente Lula (PT), pré-candidato à reeleição, e senador Flávio Bolsonaro (PL), na concorrência ao Palácio do Planalto nas eleições de outubro.
Segundo o Avante, a candidatura de Augusto Cury tem o objetivo de fortalecer o “equilíbrio emocional, a educação e a gestão humanizada no Brasil”, marcando um “novo momento” para o partido.
Cury se une a Ronaldo Caiado (PSD), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã) como pré-candidatos.
Quem é August Cury
Nascido em Colina (SP), em 1958, Augusto Cury tem 67 anos, é formado Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e concluiu o doutorado internacional em Psicologia Multifocal pela Florida Christian University em 2013.
Cury, que se dedicou à pesquisa sobre as dinâmicas da emoção durante sua carreira, é pós-graduado na PUC de São Paulo e professor de pós-graduação, além de conferencista em congressos nacionais e internacionais.
Foi considerado o autor mais lido da última década no Brasil, pela revista “IstoÉ” e pelo jornal “Folha de S. Paulo”. Recebeu o prêmio de melhor ficção do ano de 2009 da Academia Chinesa de Literatura pelo livro “O Vendedor de Sonhos”, que foi adaptado para o cinema em 2016, com direção de Jayme Monjardim.
Demais pré-candidatos à Presidência
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Atual presidente da República, Lula deve tentar um quarto mandato, o que seria inédito no país. Será sua sétima eleição presidencial.
Após afirmar, em 2022, que não concorreria novamente, o petista mudou o discurso ao longo do tempo e confirmou a intenção de disputar a reeleição em outubro de 2025, alegando a necessidade de defender programas sociais do governo.
Lula completará 81 anos durante o período eleitoral e será o candidato mais velho a disputar a Presidência no Brasil. Pesquisas recentes o colocam na liderança no primeiro turno e em empate técnico no segundo.
Flávio Bolsonaro (PL)
O senador foi anunciado em dezembro como candidato com o apoio direto do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A escolha frustrou aliados que esperavam a indicação, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Desde então, Flávio se consolidou como principal nome da oposição nas pesquisas, aparecendo em segundo lugar no primeiro turno e empatado com Lula no segundo. Defende a anistia ao pai e a condenados por atos relacionados à tentativa de golpe após a eleição de 2022.
Ronaldo Caiado (PSD)
Governador de Goiás desde 2019, Caiado trocou o União Brasil pelo PSD no início do ano para viabilizar sua candidatura. Aos 76 anos, já foi senador, deputado federal e disputou a Presidência em 1989, quando terminou em 10º lugar.
Com cerca de 4% das intenções de voto nas pesquisas mais recentes, tenta se apresentar como alternativa à polarização entre Lula e o bolsonarismo, embora também defenda a anistia ao ex-presidente e a outros condenados.
Romeu Zema (Novo)
O governador de Minas Gerais deixou o cargo neste mês para disputar a eleição. Empresário, entrou na política em 2018 e venceu já na primeira tentativa.
Foi reeleito em 2022 ainda no primeiro turno e agora tenta ampliar sua projeção nacional. Aos 61 anos, aparece com 2% a 3% das intenções de voto, segundo a pesquisa Quaest de março.
Renan Santos (Missão)
Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos é pré-candidato pelo partido Missão, criado em novembro do ano passado.
Aos 42 anos, disputará sua primeira eleição. Nas pesquisas mais recentes, apareceu com 1% a 2% das intenções de voto.
Aldo Rebelo (Democracia Cristã)
Veterano da política, Rebelo foi deputado por seis mandatos, presidente da Câmara e ministro nos governos Lula e Dilma Rousseff. Após décadas no PCdoB, rompeu com a esquerda e passou por outras siglas. Hoje, é pré-candidato pela Democracia Cristã.
Na pesquisa Quaest de março, também registrou entre 1% e 2%.
O cenário eleitoral ainda deve passar por mudanças até o início oficial da campanha. Até lá, alianças, desistências e novas candidaturas podem redesenhar a disputa pelo Palácio do Planalto.
#Natureza #Mundo #Brasil #Gente #Entretenimento #Legislativo #Politica









