06/04/2026 17h22
Subtenente da PM é morta com tiro em Campo Grande
Vítima morreu dentro da casa onde morava, no bairro Estrela Dalva
A subtenente da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Marlene Brito Rodrigues, de 59 anos, morreu no final da manhã desta segunda-feira (6), após ser atingida por disparo de arma de fogo. O caso ocorreu na casa onde ela morava, no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande.
Conforme apurado pela reportagem, a agente namorava um homem, de 50 anos, e que não teve a identidade divulgada, há pouco mais de um ano, e passou a morar com ele há dois meses. Ela atuava no Comando Geral da PMMS.
Um vizinho, que também é policial militar, escutou um barulho de tiro por volta das 11h e pulou o muro da residência. Ao entrar no imóvel, se deparou com o homem com uma arma na mão. Ele relatou que a mulher teria se matado.
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O socorro foi acionado, mas quando as equipes chegaram ao local a policial já estava sem vida. A residência foi isolada e equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e Perícia foram chamadas.
Agora, a Polícia Civil investiga as causas da morte. O namorado da vítima será encaminhado à delegacia para esclarecer os fatos. Será realizada uma reconstituição na residência, com a presença do vizinho, para entender a dinâmica da morte. A Deam não confirmou, até o momento, se o caso será tratado como feminicídio. Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte da servidora
“Diante da gravidade do ocorrido, a PMMS solicita encarecidamente o respeito à dor da família. Pedimos que seja preservada a privacidade dos entes queridos e que se evite a propagação de informações não confirmadas ou imagens que possam ampliar o sofrimento dos familiares.
Informamos que as circunstâncias que envolveram o óbito ainda estão sendo devidamente apuradas. A Corporação, por meio de seus setores competentes, está acompanhando o caso de perto para que todos os fatos sejam esclarecidos com a precisão e a seriedade necessárias. O Comando-Geral da PMMS já designou equipes para prestar todo o suporte necessário à família enlutada, lamentando a perda de tão querida e valorosa policial militar”, afirmou.
A Polícia Civil informou que por se tratar de um caso envolvendo outra corporação, não vai se manifestar. Se confirmado que o caso se trata de feminicídio, essa será a primeira ocorrência em Campo Grande, no ano de 2026, e a 9ª em Mato Grosso do Sul.
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