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Conhecimento vira negócio: empresários transformam expertise em nova fonte de receita e apostam em comunidades para crescer


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22/05/2026 06h15

Conhecimento vira negócio: empresários transformam expertise em nova fonte de receita e apostam em comunidades para crescer

Carolina Lara


Movimento que ganha força no mercado combina educação empresarial, experiências presenciais e networking qualificado como estratégia de expansão; Fernanda Tochetto leva essa discussão a imersão internacional em Orlando

 

 

 

O conhecimento técnico, antes tratado como suporte ao negócio principal, passou a ocupar outra posição no planejamento de empresários brasileiros, a de ativo comercializável. Em um momento em que empresas buscam novas fontes de receita, diferenciação competitiva e maior previsibilidade de crescimento, a educação empresarial deixou de ser apenas ferramenta de capacitação interna e passou a se consolidar como modelo de negócio.

Esse é o debate que a psicóloga e empresária Fernanda Tochetto, fundadora do Titanium Club e cofundadora da Mentoring League Society (MLS), leva nesta semana a Orlando, nos Estados Unidos, durante uma imersão internacional voltada à experiência do cliente, liderança e construção de comunidades empresariais. 

A empresária fará uma palestra sobre monetização de conhecimento, tema que, segundo ela, deixou de ser nichado e passou a integrar a estratégia de crescimento de empresários de diferentes setores. “Tem uma tendência muito forte de mercado acontecendo, que é o empresário monetizar o seu conhecimento por meio da educação. Não apenas como treinamento interno, mas como um segundo motor de crescimento. O conhecimento e a experiência que ele já construiu podem se transformar em novos negócios”, afirma.

O movimento ocorre em paralelo a uma reorganização mais ampla da economia de serviços. O setor fechou 2025 com crescimento de 2,8%, quinto ano consecutivo de alta, segundo o IBGE. Já o PIB brasileiro avançou 2,3% no mesmo período, com os serviços mantendo peso central na atividade econômica.

Da expertise técnica à nova unidade de negócios

O avanço de mentorias, programas executivos, comunidades empresariais e experiências imersivas reflete uma mudança prática no comportamento de quem empreende, que é reduzir a dependência de uma única fonte de faturamento.

Profissionais tradicionalmente posicionados como especialistas técnicos, como médicos, consultores, empresários e executivos, passaram a estruturar produtos educacionais, programas de acompanhamento e ecossistemas próprios de relacionamento.

Para Fernanda, a mudança tem lógica empresarial clara.

“Durante muito tempo, o conhecimento era visto apenas como apoio operacional. Hoje ele pode ser produto. Um empresário desenvolve seu time, melhora a experiência do cliente, fortalece autoridade de mercado e ainda cria um novo negócio a partir daquilo que já domina.”

A leitura encontra eco no mercado corporativo global. O Workplace Learning Report 2025, do LinkedIn, aponta que desenvolvimento profissional e aprendizagem contínua passaram a ser tratados como vantagem competitiva e não mais apenas como benefício interno.

Na prática, isso amplia a fronteira da empresa. O negócio deixa de vender apenas um produto ou serviço e passa a comercializar método, repertório, acesso e experiência.

Comunidades empresariais ganham valor estratégico

Mais do que vender conhecimento isoladamente, empresas passaram a estruturar ambientes de relacionamento contínuo.

Clubes empresariais, grupos de mentoria, programas fechados de networking e comunidades de desenvolvimento vêm se consolidando como ferramentas de retenção, posicionamento e geração de receita recorrente.

Em dezembro de 2025, o Titanium Club foi reconhecido pela Mentoring League Society como o clube com melhor experiência para visitantes, reforçando a estratégia da marca de usar experiência e comunidade como diferenciais de posicionamento.

Segundo Fernanda, o networking deixou de ser apenas uma agenda social corporativa. “Empresários estão buscando ambientes que entreguem curadoria, repertório, acesso e convivência estratégica. A conexão certa acelera tomada de decisão, amplia visão e encurta caminhos.”

Essa lógica ajuda a explicar a valorização crescente de experiências presenciais de alto nível, sobretudo em ambientes onde aprendizado, relacionamento e benchmarking acontecem simultaneamente.

A experiência virou ativo competitivo

A ida a Orlando também conversa com outro movimento empresarial: a profissionalização da experiência do cliente. Ao escolher um dos principais polos globais de hospitalidade, entretenimento e customer experience como ambiente de imersão, a proposta não é apenas inspiração, mas observação prática de modelos aplicáveis aos negócios.

“Estamos no maior centro de excelência em atendimento ao cliente buscando o que existe de melhor para evoluir nossa entrega. A experiência faz diferença nos detalhes, na humanização, no cuidado com cada movimento.”

A lógica se estende para além do consumo tradicional. Em mercados competitivos, experiência passou a influenciar retenção, reputação e valor percebido. Empresas que constroem comunidades fortes, segundo especialistas em gestão, tendem a elevar engajamento, ampliar recorrência e fortalecer percepção de autoridade.

O empresário como curador, educador e líder de ecossistema

O avanço desse modelo também muda o papel do fundador. Se antes a liderança estava centrada na operação e no crescimento comercial, agora cresce a figura do empresário-curador: aquele que organiza conhecimento, lidera ambientes de aprendizagem e constrói redes de influência econômica ao redor da própria marca.

Na visão da psicóloga e empresária, trata-se menos de exposição e mais de estrutura. “Não é sobre virar influenciador. É sobre transformar experiência acumulada em valor organizado para outras pessoas. Quem já construiu resultado tem repertório para ensinar, desenvolver e criar novas avenidas de crescimento.”

O movimento indica uma transformação relevante no mercado empresarial, o conhecimento deixou de ser apenas capital intelectual. Em muitos negócios, passou a ser produto, posicionamento e estratégia de expansão.

Sobre Fernanda Tochetto

Fernanda Tochetto é psicóloga, empresária e autora best-seller, com mais de 24 anos de experiência em educação empresarial. Criadora do termo mentalidade de valor, dedica-se a transformar resultados por meio de estratégias que englobam autoridade, vendas e desenvolvimento de ecossistemas empresariais. Fundadora do Tittanium Club, movimento de educação empresarial que utiliza metodologia exclusiva para promover o crescimento pessoal e profissional, e cofundadora da Mentoring League Society (MLS), a maior liga de mentores do Brasil. Atua como mentora de empresários, profissionais da saúde e outros mentores que buscam estruturar negócios escaláveis.

Para mais informações, visite o site oficial ou o Instagram.

 

 

  


 


 

 




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