PUBLICIDADE

Imóveis compactos em centro portuário catarinense podem gerar ganhos superiores a R$ 150 mil ao ano; entenda


PUBLICIDADE

23/05/2026 07h26

Imóveis compactos em centro portuário catarinense podem gerar ganhos superiores a R$ 150 mil ao ano; entenda

Amanda Dalfovo


Com o IGP-M nas alturas, investidores aceleram a aquisição de ativos imobiliários. Em praças valorizadas, especialmente em cidades com força econômica e industrial, compactos de luxo para locação chegam a quase o dobro da média nacional e entregam ganhos globais superiores a 20% ao ano, além da requisitada segurança patrimonial.

—----
Crédito: Divulgação CK
—----

Maio, 2026 - A aceleração inflacionária medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) abre um alerta no mercado financeiro e o capital é direcionado à proteção patrimonial. No entanto, a ordem para muitos investidores é buscar por ativos que também funcionem de forma dinâmica e sejam capazes de absorver repasses de preços, valorização e gerar liquidez de excelência. Em Itajaí, importante polo portuário e náutico, no litoral de Santa Catarina, um dos 5 metros quadrados mais caros do país, os potenciais de rentabilidade para aluguel de apartamentos compactos premium somados ao bem em si, descolam do resto do país.

Os dados mais recentes do IBGE confirmam uma nova realidade demográfica e comportamental: os chamados "arranjos unipessoais" — pessoas que moram sozinhas — já representam quase 19% dos lares brasileiros. Em um salto de pouco mais de uma década, esse contingente cresceu quase 45%, motivado por uma nova geração de executivos e nômades digitais que priorizam mobilidade, localização e serviços sob demanda em detrimento de grandes metragens, além de pessoas viúvas ou divorciadas.

O olhar da indústria construtiva se voltou a tipologias compactas que assumiram o protagonismo nos landbanks (bancos de terrenos).

No Brasil, a preferência pelos imóveis de 1 quarto desbancou as outras tipologias conforme dados da FipeZap. E, em Itajaí, o déficit de unidades para locação e o fluxo constante de executivos de alto padrão ligados aos setores portuário e logístico, são mais fatores que pressionam os preços para patamares superiores à média nacional. 

Enquanto no país a média do metro quadrado para locação de imóveis de um dormitório está em R$ 69,9, com um reajuste acumulado de 8,97% nos últimos doze meses (março, 2026, FipeZap), na praça catarinense as unidades de alto padrão de aproximadamente 40 m², no centro e em bairros nobres, partem de valores de R$ 4 mil ao mês na locação tradicional (long stay) e superam R$ 6 mil na modalidade flexível (short stay), com metro quadrado de locação em torno de R$ 100. Este é o comparativo traçado pelo CEO da Construtora CK, Charles Kan, uma das maiores da região especializada em empreendimentos de luxo e que expandiu para compactos premium nos bairros de maior valorização de Itajaí.

A construtora tem dois grandes empreendimentos em fase de pré-lançamento para este ano focados no público executivo e em estudantes universitários que privilegiam ampla área de lazer, serviços, praticidade, tecnologia e alto conforto. Os edifícios Levels, na Praia Brava, e Versus, na Fazenda, juntos irão compor cerca de 600 novas unidades e, mesmo nesta fase inicial, o empresário confirma um alto índice de procura. As  intenções de compra já chegam à casa dos 50%. 

"O investidor qualificado geralmente não isola a renda do aluguel à valorização estrutural do bem. Quando cruzamos o fluxo de caixa gerado de forma contínua do metro quadrado em Itajaí, o retorno total da operação atinge patamares significativos, sem falar na  solidez do ativo físico, diante das oscilações econômicas", explica Kan. 

Considerando a aquisição de um studio de alto padrão por um ticket médio de R$ 700 mil em Itajaí, no mercado de short stay (locação flexível), com diárias base de R$ 300 e uma ocupação conservadora de 66%, o imóvel produz R$ 72 mil brutos anuais e cerca de R$ 46.200 líquidos no bolso do proprietário, isso considerando uma significativa redução de mais de 35% de despesas com taxas e administração. Ainda, o ecossistema de Itajaí gera uma valorização do imóvel que hoje rompe os 15% ao ano. Dessa forma, a cota de R$ 700 mil sofre uma apreciação de R$ 105 mil em um único exercício. Portanto, nesta simulação, a soma do caixa limpo gerado (R$ 46.200) com a valorização intrínseca do imóvel (R$ 105 mil) entrega um ganho global de R$ 151.200 no ano. Trata-se de uma taxa de retorno que passa dos 21,6% anuais.

"O mercado de Itajaí amadureceu de forma extraordinária. O investidor de hoje exige performance, eficiência operacional e liquidez alinhada aos novos comportamentos da sociedade", detalha o CEO da Construtora CK. "Nossa aposta nos estúdios compactos de alto padrão é uma resposta técnica a essa demanda latente. Entregaremos um ativo que dialoga perfeitamente com o executivo que vive sozinho, com o profissional que atua no complexo portuário, com o estudante da Univali (universidade local) ou um turista. O resultado é um imóvel que gera caixa imediato, com um excelente potencial de valorização patrimonial”, completa.

Sobre a Construtora CK

Sob direção de Charles Kan, a Construtora CK se destaca no mercado catarinense desde 2010. A empresa se consolidou como uma referência no setor devido ao seu sólido landbank e à sua atuação estratégica em três cidades do litoral norte catarinense: Navegantes, Itajaí e Balneário Camboriú. Com 15 anos de experiência, entregou até o momento 15 empreendimentos, totalizando 957 unidades habitacionais e 170 mil metros quadrados construídos. Atualmente, possui 3 obras em andamento, ambas em Itajaí: Artefacto Towers by CK, Urbe Residence e Habitah Praia Brava.

Mais informações: https://www.construtorack.com.br/.