PUBLICIDADE

6 professores que foram além da sala de aula e transformaram o ensino em negócio próprio


PUBLICIDADE
  • mell280

25/05/2026 13h31

6 professores que foram além da sala de aula e transformaram o ensino em negócio próprio

assessoria


 


 

 


Avanço das franquias e aumento do número de empreendedores no país abrem espaço para professores investirem em negócios próprios

 Ensinar é uma das profissões mais essenciais e transformadoras do país. Com milhões de estudantes matriculados em cursos de licenciatura, segundo o Instituto Semesp, a formação de professores segue entre as mais relevantes do Brasil, refletindo seu papel na construção de conhecimento.
 

Nesse cenário, o avanço do empreendedorismo abre novas possibilidades de carreira. Hoje, mais de 30% da população adulta brasileira está envolvida em algum tipo de negócio próprio, de acordo com o Global Entrepreneurship Monitor. Esse movimento também se reflete na educação, dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o segmento educacional segue em expansão, com faturamento próximo de R$ 16 bilhões, crescimento de 9% em relação ao ano passado, além de 242 redes ativas e mais de 17 mil unidades no país.
 

Nesse cenário, professores têm ampliado sua atuação para além da sala de aula e assumido também o papel de empreendedores. Conheça seis histórias de docentes que transformaram o ensino em negócio próprio:
 

 

Carla de Brito, da sala de aula à sociedade no negócio

Com mais de 25 anos em sala de aula, Carla de Brito, 44 anos, franqueada da unidade de Mateus Leme da Rockfeller (MG), construiu uma trajetória profundamente conectada ao ensino desde a infância, influenciada pelo pai, que estudava inglês em casa.
 

Apesar da longa carreira como professora, empreender nunca esteve nos planos. A virada aconteceu ao receber um convite inesperado para se tornar sócia de uma unidade. “Foi nesse momento que a empreendedora apareceu”, relembra.
 

A mudança exigiu uma nova mentalidade. Acostumada ao ambiente da sala de aula, Carla precisou desenvolver habilidades em gestão, especialmente na área financeira. Hoje, reforça que empreender exige preparo: investir em conhecimento sobre gestão, marketing e vendas é essencial.

 

Clarissa Risso Bittar, experiência que virou gestão

Após quase quatro décadas dedicadas ao ensino, Clarissa Risso Bittar, 53 anos, franqueada das unidades de Francisco Beltrão e Marmeleiro da Rockfeller (PR), transformou sua experiência em visão de negócio.
 

Sua trajetória na educação começou após um intercâmbio e ganhou um novo rumo logo após a faculdade, quando teve a oportunidade de abrir sua própria escola. Desde então, passou a conciliar o olhar pedagógico com a gestão.
 

“Dar aula é um processo, ser gestora é outro completamente diferente”, afirma. Entre os desafios, destaca o reconhecimento no mercado e o desenvolvimento de habilidades fora da área pedagógica, o que reforça, segundo ela, a importância de planejamento e estudo contínuo.

 

Denize Zanetti, crescimento além da sala de aula

Depois de mais de 15 anos atuando como professora e coordenadora pedagógica, Denize Fátima Zanetti, 44 anos, franqueada da unidade de São Miguel do Oeste da Rockfeller (SC), decidiu dar um novo passo na carreira.
 

A vontade de empreender surgiu da necessidade de evolução profissional. A transição trouxe desafios, principalmente pela falta de experiência em áreas como gestão e formação de equipe, mas também abriu novas possibilidades.
 

“Empreender é desafiador, mas também libertador”, afirma. Para ela, cada obstáculo se transforma em aprendizado e crescimento, tanto pessoal quanto profissional.

 

Giovana Leal, do intercâmbio à expansão de unidades

O que começou com um intercâmbio se transformou em um negócio consolidado. Giovana Leal, 40 anos, hoje é franqueada das unidades de Bagé e Rio Grande da Rockfeller (RS).
 

Formada em Administração, iniciou sua trajetória na educação com aulas particulares até entrar em uma escola de idiomas, onde acabou descobrindo sua vocação para ensinar. Com o tempo, percebeu que queria ir além da sala de aula.
 

“Eu queria impactar mais pessoas e construir algo meu.” A transição para a gestão exigiu adaptação, principalmente ao conciliar o papel de professora com o de gestora. Hoje, liderando duas unidades, destaca que empreender é um processo de aprendizado constante.

 

Lídia Cristina, do ensino ao empreendedorismo com propósito

A conexão com o ensino sempre esteve no centro da trajetória de Lídia Cristina Cardoso de Sousa Oliveira, 40 anos, franqueada da unidade de Goiânia da Rockfeller (GO).
 

Professora de inglês desde 2009, decidiu seguir a carreira após viver nos Estados Unidos e perceber o impacto do idioma na vida das pessoas. Em 2017, passou a atuar como docente na própria Rockfeller, onde aprofundou sua relação com a metodologia.
 

O passo para o empreendedorismo veio em 2021, quando se tornou franqueada. A transição para a gestão trouxe desafios, mas também ampliou sua visão de carreira. Para ela, o diferencial está no propósito, “quando há identificação com o que se faz, o trabalho ganha mais sentido”, afirma.

 

Ramon de Alencar Santos, da engenharia à educação empreendedora

A trajetória de Ramon de Alencar Santos, 39 anos, franqueado da unidade de Juazeiro do Norte da Rockfeller (CE), mostra como mudanças de rota podem abrir novos caminhos.
 

Formado em engenharia, iniciou sua carreira na indústria, mas uma crise no setor o levou a repensar seu futuro. Em 2013, decidiu retomar os estudos de inglês para se atualizar e voltar a praticar o idioma. No ano seguinte, após deixar o setor industrial, ingressou como professor em uma escola de idiomas, dando início a uma nova trajetória profissional, agora com mais propósito.
 

O empreendedorismo, que já era um desejo antigo, se concretizou anos depois, ao investir em um negócio próprio na área em que se encontrou. Hoje, destaca que o maior desafio foi a adaptação à gestão, especialmente no desenvolvimento de habilidades como liderança e vendas.

Sobre a Rockfeller Language Center

Fundada em 2004, em Santa Catarina, a Rockfeller nasceu com o compromisso de buscar a excelência no ensino de idiomas. Com um crescimento rápido e sustentável, a Rockfeller abriu sua primeira franquia em 2006 e, em 2008, implementou seu modelo de negócios como franqueadora, expandindo suas unidades por várias partes do Brasil. Atualmente, a marca conta com 100 unidades instaladas em todo o país e tem planos de abrir mais 100 escolas nos próximos dois anos.

Atendendo a um público diversificado, de crianças a adultos, a rede oferece aulas no modelo presencial e 100% online com professores ao vivo. Assim, o estudo do inglês adapta-se às necessidades e rotinas dos alunos, com flexibilidade e conveniência. A escola recebeu diversas premiações e neste ano, os prêmios conquistados foram: o selo de excelência da ABF por 10 anos consecutivos e a classificação 5 estrelas da PEGN.

Com foco em conversação e salas de aulas que favorecem a interação, a Rockfeller se destaca não só pela qualidade de seu ensino, mas também pela satisfação de seus franqueados, mantendo-se como uma referência no mercado de idiomas.

 





PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
  • academia374
  • Nelson Dias12
PUBLICIDADE