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Selic no fim de 2026 segue projetada em 13,25%; veja cuidados para pequenos negócios


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01/06/2026 09h15

Selic no fim de 2026 segue projetada em 13,25%; veja cuidados para pequenos negócios

Tais Gomes:


Mesmo com expectativa de queda dos juros, crédito deve continuar caro e exige atenção com capital de giro, prazos, dívidas e investimentos

 

 

A projeção do mercado para a Selic no fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano pela segunda semana seguida, segundo o Boletim Focus. Há um mês, a estimativa era de 13%. O dado indica que o mercado ainda espera queda dos juros ao longo do ano, mas em ritmo limitado para aliviar rapidamente o custo do crédito.

O Banco Central já reduziu a taxa básica nas duas primeiras reuniões de 2026, levando a Selic a 14,50% ao ano. Ainda assim, para micro e pequenos negócios, o crédito segue caro no curto prazo, especialmente para quem depende de capital de giro, precisa renegociar dívidas ou avalia novos investimentos.

Segundo a Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE), o cenário exige cautela no dia a dia do pequeno negócio. Mesmo com expectativa de redução gradual da Selic, o custo do crédito ainda limita investimentos, reduz a margem de manobra e aumenta a necessidade de planejamento financeiro.

“Muitos acabam recorrendo a recursos próprios ou a linhas alternativas, o que pressiona ainda mais o dia a dia do negócio”, afirma Fábio Saraiva, advogado e presidente da CONAJE. 

Na avaliação do presidente da CONAJE, cinco ajustes ajudam a reduzir o impacto dos juros no dia a dia:

1) Reforce a gestão financeira. Controle rigoroso de custos, planejamento de fluxo de caixa e separação entre contas pessoais e empresariais são pontos básicos, mas decisivos. Investir em capacitação de gestão e finanças também é essencial para melhorar os resultados.

2) Negocie prazos e busque parcerias. Ajustar condições com fornecedores e clientes pode dar fôlego imediato ao caixa.

3) Invista em digitalização. Ferramentas simples ajudam a reduzir gastos operacionais e ampliar eficiência.

4) Explore crédito alternativo. Cooperativas, fintechs e agências de fomento regionais oferecem condições que podem ser mais vantajosas que os bancos tradicionais. Compare sempre taxas, prazos e exigências.

5) Evite armadilhas. Não assuma dívidas sem planejamento, não use financiamento longo para despesas curtas e nunca misture finanças pessoais com as da empresa.

Saraiva lembra que o cenário pode ser aproveitado por quem conseguir se organizar. “O crédito não vai ficar mais barato no curto prazo, então os empreendedores precisarão seguir com eficiência e inovação. Quem se organizar agora terá mais condições de atravessar esse momento e sair mais competitivo quando os juros começarem a ceder de forma mais consistente”

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Para saber mais sobre a CONAJE e seus conhecimentos, fique à vontade para nos consultar:

Tais Gomes
Assessora de Imprensa
TG Comunica
(11) 98834-9744
tais.gomes@tgcomunica.com.br 

Vinicius Pereira
Assessor de Imprensa
TG Comunica
(11) 94659-0822
assessoriadeimprensa@tgcomunica.com.br 





Sobre a Conaje

A Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje) é uma entidade sem fins lucrativos que atua há 25 anos no fomento ao empreendedorismo e na capacitação de jovens lideranças empresariais. Está presente em 17 estados e reúne mais de 15 mil jovens empresários. Com 20 movimentos locais ativos, a Conaje promove ações voltadas à formação de lideranças, à geração de negócios e ao fortalecimento de políticas públicas para o desenvolvimento de micro e pequenas empresas. Entre os projetos de maior relevância da entidade estão o Feirão do Imposto, o Conaje Capacita, a Semana Global do Empreendedorismo e o Concurso Nacional de Startups. A Conaje também representa o Brasil em instâncias como BRICS Jovem, FIJE (Federação Ibero-Americana de Jovens Empresários), Mercosul Jovem e G20, na articulação de pautas do empreendedorismo nacional para o cenário internacional.




 


 




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