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Férias de julho: quanto uma viagem pode custar para o seu orçamento até o fim do ano?


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  • mell280

07/07/2026 07h17

Férias de julho: quanto uma viagem pode custar para o seu orçamento até o fim do ano?

JN Assessoria de Imprensa


Especialista alerta que o planejamento deve ir além das passagens e hospedagem para evitar que o lazer comprometa despesas como IPVA, material escolar e as compras de fim de ano

 

 

 

Viajar durante as férias de julho é um dos principais objetivos de milhares de famílias brasileiras. No entanto, entre passagens, hospedagem, alimentação, passeios e compras, o custo do descanso pode continuar pesando no orçamento muito depois do retorno para casa. O principal risco, segundo especialistas, é tratar a viagem como um gasto isolado, sem considerar os compromissos financeiros que ainda virão no segundo semestre.

A preocupação ganha força porque, além das despesas típicas das férias, os próximos meses concentram uma série de compromissos importantes para as famílias, como IPVA e IPTU de 2027, matrícula e material escolar, seguros, tributos, além das compras de Natal e Ano-Novo. Quando a viagem é financiada sem planejamento, especialmente por meio do cartão de crédito, o impacto pode comprometer o orçamento por vários meses.

Para André Bobek, fundador da Mhydas Planejamento Financeiro e consultor financeiro eleito o 11º melhor do mundo pelo MDRT (Million Dollar Round Table), viajar faz parte da qualidade de vida, mas deve estar inserido dentro de um planejamento financeiro. "O problema não é viajar. O problema é transformar um momento de lazer em uma dívida que acompanha a família durante boa parte do segundo semestre. Antes de fechar qualquer pacote, é preciso entender como aquela despesa vai conversar com todos os compromissos que ainda estão por vir", afirma Bobek.

O preço da viagem não termina quando ela acaba

Segundo Bobek, muitas pessoas calculam apenas o valor das passagens e da hospedagem, mas esquecem dos gastos diários durante o passeio. Alimentação, transporte, passeios, compras e pequenas despesas normalmente fazem o orçamento crescer acima do previsto. Além disso, quando boa parte desses custos é parcelada no cartão, o consumidor compromete parte da renda futura. "Parcelar pode fazer sentido quando existe planejamento. O problema é assumir parcelas sem saber se haverá espaço no orçamento dos próximos meses. A viagem acaba, mas a fatura continua chegando", explica o CEO da Mhydas Planejamento Financeiro.

Ainda dá para planejar uma viagem de última hora?

Mesmo para quem ainda não definiu o destino, o especialista afirma que ainda é possível viajar sem comprometer as finanças, desde que algumas regras sejam respeitadas. A primeira delas é estabelecer um limite máximo de gastos antes de começar a pesquisar opções. Também vale priorizar destinos próximos, viajar em dias de menor demanda e aproveitar programas gratuitos ou de baixo custo. Outra recomendação é evitar financiar toda a viagem. "Quem decide viajar de última hora precisa ser ainda mais disciplinado. O ideal é adequar o destino ao orçamento disponível, e não fazer o orçamento se adaptar ao destino escolhido", orienta André Bobek.

Como equilibrar lazer e responsabilidade financeira

Segundo Bobek, algumas perguntas ajudam a identificar se a viagem cabe no planejamento da família.

  • Existe reserva de emergência?
  • As contas dos próximos meses já estão previstas?
  • O parcelamento comprometerá uma parcela importante da renda?
  • Haverá recursos para despesas como impostos, escola e fim de ano?

Se a resposta for negativa para parte dessas perguntas, talvez seja o momento de reduzir o orçamento da viagem ou adiar os planos. "O lazer também faz parte do planejamento financeiro. O objetivo não é deixar de viajar, mas garantir que a experiência termine junto com as férias e não se transforme em um problema financeiro pelos meses seguintes", afirma o especialista.

Como evitar que as férias prejudiquem o restante do ano

Para o especialista, algumas medidas simples podem reduzir o impacto da viagem sobre o orçamento:

  • definir um teto de gastos antes da viagem;
  • registrar todas as despesas durante o passeio;
  • evitar parcelamentos longos;
  • utilizar parte da restituição do Imposto de Renda ou recursos já reservados para lazer, quando houver;
  • manter a reserva de emergência intacta.

"O maior erro é usar dinheiro destinado a emergências ou assumir dívidas para financiar momentos de lazer. Viajar deve ser uma conquista do planejamento financeiro, e não um motivo para começar o segundo semestre desequilibrado", conclui Bobek.

Sobre a Mhydas Planejamento Financeiro

A Mhydas Planejamento Financeiro está entre as empresas que mais crescem no Paraná e no Brasil. Com mais de 50 consultores financeiros, a empresa tem escritórios físicos em Ponta Grossa, Londrina, Campinas com atuação a nível nacional. Fundada por André Bobek, consultor eleito melhor vendedor de seguro de vida no Brasil por dois anos consecutivos (2019, 2020), consultor financeiro TOP Global, eleito 11º melhor do mundo, recordista do “State Insurance Sales” e membro do Million Dollar Round Table (MDRT), a Mhydas atua na educação, planejamento e melhoria da qualidade de vida por meio de consultoria financeira e tem a patente do Consórcio Multi Versátil. Saiba mais em: https://mhydas.com.br/

 


 




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