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Posse de Osmar Bastos, primeiro imortal de MS na Academia Brasileira de Medicina Veterinária, acontece nesta sexta, em Brasília


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30/07/2026 10h44

Posse de Osmar Bastos, primeiro imortal de MS na Academia Brasileira de Medicina Veterinária, acontece nesta sexta, em Brasília

Assessoria - Osmar Bastos


 

Médico-veterinário, professor e jornalista será empossado às 14h, na sede do CFMV, tornando-se o primeiro representante de Mato Grosso do Sul a integrar uma das mais respeitadas instituições da Medicina Veterinária brasileira

Há reconhecimentos que premiam um trabalho. Outros consagram uma vida inteira.

Nesta sexta-feira, 31 de julho, Osmar Pereira Bastos atravessa oficialmente essa segunda fronteira. O médico-veterinário, professor e jornalista sul-mato-grossense tomará posse na Academia Brasileira de Medicina Veterinária, em solenidade marcada para as 14h, no auditório do Conselho Federal de Medicina Veterinária, em Brasília.

Osmar será o primeiro profissional de Mato Grosso do Sul a ocupar uma cadeira na instituição. Torna-se, portanto, o primeiro imortal da Medicina Veterinária sul-mato-grossense em uma academia de alcance nacional.

Não é apenas uma conquista individual. É a entrada de Mato Grosso do Sul em um espaço reservado a profissionais que ajudaram a construir, preservar e transformar a Medicina Veterinária brasileira.

A solenidade reunirá 15 novos acadêmicos titulares. A Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo confirmou a presença de nomes de projeção nacional entre os escolhidos, incluindo Osmar e outros profissionais formados pela instituição.

A cerimônia também poderá ser acompanhada pelo canal oficial do CFMV no YouTube.

Uma cadeira construída ao longo de meio século

A posse de Osmar Bastos não nasce de uma trajetória concentrada em uma única área.

Ela reconhece um profissional que conseguiu transitar entre a universidade, a defesa sanitária animal, o serviço público, o jornalismo e a comunicação voltada ao campo.

Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo em 1976, Osmar também realizou formação complementar na Iowa State University, nos Estados Unidos, e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Durante 35 anos, foi professor da UFMS. Nesse período, ajudou a formar centenas de médicos-veterinários e zootecnistas que hoje atuam em Mato Grosso do Sul e em diferentes regiões do país.

Sua influência, portanto, não pode ser medida apenas pelos cargos que ocupou. Ela está presente nas carreiras que ajudou a construir, nas aulas que permanecem na memória de antigos alunos e no conhecimento técnico que atravessou gerações.

Em entrevista à Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Osmar lembrou que escolheu a profissão sob forte influência do pai, também médico-veterinário e formado pela USP em 1945.

Uma contribuição decisiva para a sanidade animal

Antes de se tornar um dos principais nomes da comunicação agropecuária de Mato Grosso do Sul, Osmar construiu uma trajetória importante na defesa sanitária animal.

Durante sua passagem pelo serviço público estadual, participou da estruturação de um laboratório para diagnóstico da raiva animal, sob orientação do pesquisador Moacyr Rossi Nilson, uma das referências brasileiras na área.

Osmar fundou e coordenou o Laboratório de Doença Animal da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, a Iagro. Também participou da implantação, em Mato Grosso do Sul, do diagnóstico da raiva em herbívoros e cães.

Foi justamente nesse ambiente técnico que nasceu outra parte fundamental de sua história.

A imprensa procurava especialistas capazes de explicar doenças, riscos sanitários e medidas de prevenção. Osmar percebeu que poderia traduzir a linguagem científica para uma comunicação mais clara, direta e compreensível para os produtores rurais.

Não abandonou a ciência para entrar na televisão.

Levou a ciência com ele.

O professor que virou referência no jornalismo rural

A trajetória de Osmar na televisão começou em 1984, na TV Morena, afiliada da Rede Globo em Mato Grosso do Sul.

A partir daquele momento, ele ajudou a construir uma linguagem própria para o jornalismo agropecuário regional. Uma comunicação que respeitava o conhecimento técnico, mas não se escondia atrás dele.

Osmar foi criador, produtor, editor ou apresentador de programas que marcaram a história da comunicação voltada ao campo, como MS Rural, Nosso Campo, Record Rural e Agronotícias.

Atualmente, é editor-chefe e apresentador do Agroeducativa, produzido pela TV Educativa de Mato Grosso do Sul. Também dirige e apresenta o podcast AgrocastMS.

Ao longo de mais de quatro décadas no jornalismo, transformou temas complexos em informações práticas para produtores, estudantes, trabalhadores rurais, médicos-veterinários e zootecnistas.

A própria Revista CFMV destacou a capacidade de Osmar de unir as duas profissões e fazer da formação veterinária a base de seu trabalho jornalístico.

É justamente essa combinação que torna sua trajetória singular.

Osmar não se limitou a produzir conhecimento. Ele fez esse conhecimento chegar a quem precisava dele.

Uma vida dedicada à Medicina Veterinária

Além da docência, da defesa sanitária e da comunicação, Osmar também participou diretamente da representação profissional da categoria.

Foi presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul e recebeu o Título de Cidadão Sul-mato-grossense.

Sua presença na Academia Brasileira de Medicina Veterinária reúne todas essas dimensões.

O professor que formou profissionais.

O médico-veterinário que ajudou a estruturar serviços de diagnóstico.

O dirigente que representou a categoria.

O jornalista que abriu espaço para a ciência veterinária na televisão.

E o comunicador que aproximou o conhecimento acadêmico da realidade do campo.

A Academia reconhece exatamente isso: não apenas o tempo de carreira, mas a consistência da contribuição construída durante esse tempo.

O significado de ser um imortal

Nas academias, seus integrantes são tradicionalmente chamados de imortais porque passam a ocupar cadeiras permanentes, vinculadas à memória e à história da instituição.

A Academia Brasileira de Medicina Veterinária foi criada na década de 1980 e reúne profissionais reconhecidos por suas contribuições científicas, acadêmicas, profissionais e institucionais.

Mais do que uma entidade honorífica, a Abramvet atua na preservação da memória, da ciência e da cultura da Medicina Veterinária brasileira.

Entrar para esse grupo significa ter uma trajetória examinada e reconhecida pelos próprios pares.

No caso de Osmar, o ingresso também produz um marco territorial.

Pela primeira vez, Mato Grosso do Sul terá um representante entre os imortais da Academia Brasileira de Medicina Veterinária.

Um Estado cuja economia, identidade e história mantêm ligação profunda com a pecuária passa a ocupar formalmente uma cadeira dentro de uma das principais instituições nacionais da profissão.

Uma conquista ainda mais humana

Ao falar sobre o ingresso na Academia, Osmar definiu o reconhecimento como uma coroação depois de mais de 50 anos de trajetória profissional.

“É muita emoção”, afirmou.

Osmar também fez questão de dividir a conquista com a memória dos pais, já falecidos, especialmente com o pai médico-veterinário, que inspirou sua escolha profissional, e com a mãe, que ajudou a sustentar sua formação.

O título de imortal, nesse sentido, não celebra apenas um currículo.

Celebra uma história de família, ensino, trabalho, reconhecimento e permanência.

Outros nomes de projeção nacional

Embora Osmar seja o primeiro representante de Mato Grosso do Sul, a turma de novos acadêmicos também reúne profissionais de forte projeção científica e universitária.

Entre eles está João Palermo Neto, professor titular e emérito da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, com extensa atuação em farmacologia e pesquisa científica.

Também será empossada Arani Nanci Bomfim Mariana, professora aposentada da FMVZ-USP e pesquisadora ligada às áreas de anatomia, morfologia animal e formação acadêmica.

Outro nome é Enrico Lippi Ortolani, professor aposentado e ex-diretor da FMVZ-USP. Referência na clínica de ruminantes e na buiatria, Ortolani recebeu, em 2025, o Prêmio Pablo Videla, uma das principais distinções latino-americanas da especialidade.

Completa o grupo de destaques Francisco Edson Gomes, médico-veterinário formado pela Universidade Estadual do Ceará, mestre pela Universidade Federal de Lavras, doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais e professor da Universidade Federal de Roraima. Ele também integra o Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Os quatro nomes ajudam a dimensionar o nível da turma na qual Osmar será recebido.

Ele não chega como uma presença regional em uma cerimônia nacional.

Chega em igualdade com pesquisadores, professores e dirigentes que construíram trajetórias de referência no país.

O rito da posse

O cerimonial tradicional da Academia Brasileira de Medicina Veterinária começa com a formação da mesa diretora e a entrada dos novos acadêmicos, que são conduzidos por membros veteranos.

Na sequência, os empossados recebem o capelo, a medalha e o diploma da Academia.

O ingresso é formalizado com a assinatura do Livro de Posse, documento que registra oficialmente a entrada de cada novo titular na instituição.

A solenidade costuma incluir ainda o pronunciamento do presidente da Abramvet, o discurso do orador escolhido entre os novos acadêmicos e manifestações das autoridades presentes.

Esse foi o rito adotado na mais recente sessão solene de posse divulgada pela Academia.

Quando Mato Grosso do Sul também ocupa a cadeira

Nesta sexta-feira, será Osmar Bastos quem receberá o capelo, a medalha e o diploma.

Mas a cadeira não será ocupada apenas por ele.

Junto estarão a história da Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul, a universidade pública, a defesa sanitária animal, os profissionais que ajudou a formar, o jornalismo rural e os milhares de produtores que tiveram acesso ao conhecimento por meio de seu trabalho.

Osmar chega à Academia por uma trajetória individual.

Mas entra carregando um Estado inteiro.

Depois de mais de cinco décadas dedicadas à profissão, sua posse não representa o início de uma nova história.

Representa o reconhecimento definitivo de uma história que já estava escrita no ensino, na ciência, na televisão e na vida do campo.

Nesta sexta-feira, em Brasília, a Medicina Veterinária brasileira receberá um novo imortal.

E, pela primeira vez, ele será de Mato Grosso do Sul.

 

Assessoria - Osmar Bastos
contato: Elaine Silva  67 99270-8603

 Médico-veterinário, professor e jornalista será empossado às 14h, na sede do CFMV, tornando-se o primeiro representante de Mato Grosso do Sul a integrar uma das mais respeitadas instituições da Medicina Veterinária brasileira

Há reconhecimentos que premiam um trabalho. Outros consagram uma vida inteira.

Nesta sexta-feira, 31 de julho, Osmar Pereira Bastos atravessa oficialmente essa segunda fronteira. O médico-veterinário, professor e jornalista sul-mato-grossense tomará posse na Academia Brasileira de Medicina Veterinária, em solenidade marcada para as 14h, no auditório do Conselho Federal de Medicina Veterinária, em Brasília.

Osmar será o primeiro profissional de Mato Grosso do Sul a ocupar uma cadeira na instituição. Torna-se, portanto, o primeiro imortal da Medicina Veterinária sul-mato-grossense em uma academia de alcance nacional.

Não é apenas uma conquista individual. É a entrada de Mato Grosso do Sul em um espaço reservado a profissionais que ajudaram a construir, preservar e transformar a Medicina Veterinária brasileira.

A solenidade reunirá 15 novos acadêmicos titulares. A Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo confirmou a presença de nomes de projeção nacional entre os escolhidos, incluindo Osmar e outros profissionais formados pela instituição.

A cerimônia também poderá ser acompanhada pelo canal oficial do CFMV no YouTube.

Uma cadeira construída ao longo de meio século

A posse de Osmar Bastos não nasce de uma trajetória concentrada em uma única área.

Ela reconhece um profissional que conseguiu transitar entre a universidade, a defesa sanitária animal, o serviço público, o jornalismo e a comunicação voltada ao campo.

Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo em 1976, Osmar também realizou formação complementar na Iowa State University, nos Estados Unidos, e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

Durante 35 anos, foi professor da UFMS. Nesse período, ajudou a formar centenas de médicos-veterinários e zootecnistas que hoje atuam em Mato Grosso do Sul e em diferentes regiões do país.

Sua influência, portanto, não pode ser medida apenas pelos cargos que ocupou. Ela está presente nas carreiras que ajudou a construir, nas aulas que permanecem na memória de antigos alunos e no conhecimento técnico que atravessou gerações.

Em entrevista à Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Osmar lembrou que escolheu a profissão sob forte influência do pai, também médico-veterinário e formado pela USP em 1945.

Uma contribuição decisiva para a sanidade animal

Antes de se tornar um dos principais nomes da comunicação agropecuária de Mato Grosso do Sul, Osmar construiu uma trajetória importante na defesa sanitária animal.

Durante sua passagem pelo serviço público estadual, participou da estruturação de um laboratório para diagnóstico da raiva animal, sob orientação do pesquisador Moacyr Rossi Nilson, uma das referências brasileiras na área.

Osmar fundou e coordenou o Laboratório de Doença Animal da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, a Iagro. Também participou da implantação, em Mato Grosso do Sul, do diagnóstico da raiva em herbívoros e cães.

Foi justamente nesse ambiente técnico que nasceu outra parte fundamental de sua história.

A imprensa procurava especialistas capazes de explicar doenças, riscos sanitários e medidas de prevenção. Osmar percebeu que poderia traduzir a linguagem científica para uma comunicação mais clara, direta e compreensível para os produtores rurais.

Não abandonou a ciência para entrar na televisão.

Levou a ciência com ele.

O professor que virou referência no jornalismo rural

A trajetória de Osmar na televisão começou em 1984, na TV Morena, afiliada da Rede Globo em Mato Grosso do Sul.

A partir daquele momento, ele ajudou a construir uma linguagem própria para o jornalismo agropecuário regional. Uma comunicação que respeitava o conhecimento técnico, mas não se escondia atrás dele.

Osmar foi criador, produtor, editor ou apresentador de programas que marcaram a história da comunicação voltada ao campo, como MS Rural, Nosso Campo, Record Rural e Agronotícias.

Atualmente, é editor-chefe e apresentador do Agroeducativa, produzido pela TV Educativa de Mato Grosso do Sul. Também dirige e apresenta o podcast AgrocastMS.

Ao longo de mais de quatro décadas no jornalismo, transformou temas complexos em informações práticas para produtores, estudantes, trabalhadores rurais, médicos-veterinários e zootecnistas.

A própria Revista CFMV destacou a capacidade de Osmar de unir as duas profissões e fazer da formação veterinária a base de seu trabalho jornalístico.

É justamente essa combinação que torna sua trajetória singular.

Osmar não se limitou a produzir conhecimento. Ele fez esse conhecimento chegar a quem precisava dele.

Uma vida dedicada à Medicina Veterinária

Além da docência, da defesa sanitária e da comunicação, Osmar também participou diretamente da representação profissional da categoria.

Foi presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul e recebeu o Título de Cidadão Sul-mato-grossense.

Sua presença na Academia Brasileira de Medicina Veterinária reúne todas essas dimensões.

O professor que formou profissionais.

O médico-veterinário que ajudou a estruturar serviços de diagnóstico.

O dirigente que representou a categoria.

O jornalista que abriu espaço para a ciência veterinária na televisão.

E o comunicador que aproximou o conhecimento acadêmico da realidade do campo.

A Academia reconhece exatamente isso: não apenas o tempo de carreira, mas a consistência da contribuição construída durante esse tempo.

O significado de ser um imortal

Nas academias, seus integrantes são tradicionalmente chamados de imortais porque passam a ocupar cadeiras permanentes, vinculadas à memória e à história da instituição.

A Academia Brasileira de Medicina Veterinária foi criada na década de 1980 e reúne profissionais reconhecidos por suas contribuições científicas, acadêmicas, profissionais e institucionais.

Mais do que uma entidade honorífica, a Abramvet atua na preservação da memória, da ciência e da cultura da Medicina Veterinária brasileira.

Entrar para esse grupo significa ter uma trajetória examinada e reconhecida pelos próprios pares.

No caso de Osmar, o ingresso também produz um marco territorial.

Pela primeira vez, Mato Grosso do Sul terá um representante entre os imortais da Academia Brasileira de Medicina Veterinária.

Um Estado cuja economia, identidade e história mantêm ligação profunda com a pecuária passa a ocupar formalmente uma cadeira dentro de uma das principais instituições nacionais da profissão.

Uma conquista ainda mais humana

Ao falar sobre o ingresso na Academia, Osmar definiu o reconhecimento como uma coroação depois de mais de 50 anos de trajetória profissional.

“É muita emoção”, afirmou.

Osmar também fez questão de dividir a conquista com a memória dos pais, já falecidos, especialmente com o pai médico-veterinário, que inspirou sua escolha profissional, e com a mãe, que ajudou a sustentar sua formação.

O título de imortal, nesse sentido, não celebra apenas um currículo.

Celebra uma história de família, ensino, trabalho, reconhecimento e permanência.

Outros nomes de projeção nacional

Embora Osmar seja o primeiro representante de Mato Grosso do Sul, a turma de novos acadêmicos também reúne profissionais de forte projeção científica e universitária.

Entre eles está João Palermo Neto, professor titular e emérito da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, com extensa atuação em farmacologia e pesquisa científica.

Também será empossada Arani Nanci Bomfim Mariana, professora aposentada da FMVZ-USP e pesquisadora ligada às áreas de anatomia, morfologia animal e formação acadêmica.

Outro nome é Enrico Lippi Ortolani, professor aposentado e ex-diretor da FMVZ-USP. Referência na clínica de ruminantes e na buiatria, Ortolani recebeu, em 2025, o Prêmio Pablo Videla, uma das principais distinções latino-americanas da especialidade.

Completa o grupo de destaques Francisco Edson Gomes, médico-veterinário formado pela Universidade Estadual do Ceará, mestre pela Universidade Federal de Lavras, doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais e professor da Universidade Federal de Roraima. Ele também integra o Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Os quatro nomes ajudam a dimensionar o nível da turma na qual Osmar será recebido.

Ele não chega como uma presença regional em uma cerimônia nacional.

Chega em igualdade com pesquisadores, professores e dirigentes que construíram trajetórias de referência no país.

O rito da posse

O cerimonial tradicional da Academia Brasileira de Medicina Veterinária começa com a formação da mesa diretora e a entrada dos novos acadêmicos, que são conduzidos por membros veteranos.

Na sequência, os empossados recebem o capelo, a medalha e o diploma da Academia.

O ingresso é formalizado com a assinatura do Livro de Posse, documento que registra oficialmente a entrada de cada novo titular na instituição.

A solenidade costuma incluir ainda o pronunciamento do presidente da Abramvet, o discurso do orador escolhido entre os novos acadêmicos e manifestações das autoridades presentes.

Esse foi o rito adotado na mais recente sessão solene de posse divulgada pela Academia.

Quando Mato Grosso do Sul também ocupa a cadeira

Nesta sexta-feira, será Osmar Bastos quem receberá o capelo, a medalha e o diploma.

Mas a cadeira não será ocupada apenas por ele.

Junto estarão a história da Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul, a universidade pública, a defesa sanitária animal, os profissionais que ajudou a formar, o jornalismo rural e os milhares de produtores que tiveram acesso ao conhecimento por meio de seu trabalho.

Osmar chega à Academia por uma trajetória individual.

Mas entra carregando um Estado inteiro.

Depois de mais de cinco décadas dedicadas à profissão, sua posse não representa o início de uma nova história.

Representa o reconhecimento definitivo de uma história que já estava escrita no ensino, na ciência, na televisão e na vida do campo.

Nesta sexta-feira, em Brasília, a Medicina Veterinária brasileira receberá um novo imortal.

E, pela primeira vez, ele será de Mato Grosso do Sul.

 

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contato: Elaine Silva  67 99270-8603

 





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