O ex-governador e candidato a senador Reinaldo Azambuja (PL) está convencido que o povo sul-mato-grossense vai às urnas com sentimentos de mudança em relação à política econômica nacional.
Ao participar domingo (23/08), do lançamento da candidatura do vereador Júnior Coringa (MDB) para deputado estadual, Azambuja disse estar de acordo com a população e se comprometeu a trabalhar no Congresso Nacional pela redução dos gastos do governo federal.
“Não dá para ficar gastando com Brasília. Nós temos que ter menos Brasília e mais Brasil”, disparou Azambuja, acrescentando que reduzindo os gastos da União haverá mais dinheiro para atender melhor os municípios.
“Um senador hoje tem muitos recursos para fazer apoio para obras, para o social, para projetos da educação, da saúde. O senador pode ajudar muito”, salientou. O fato de ser um político municipalista é uma condição política que faz a diferença, salientou.
Custo de vida
Diante de cerca de duas mil pessoas, Azambuja enfatizou que a vida dos brasileiros ficou bem mais difícil por causa do volume de juros e das pressões causadas pelos preços sobre as pessoas de baixo poder aquisitivo. “A vida não está fácil para ninguém. O custo de vida aumentou. O que se comprava há quatro anos já não se compra hoje. O endividamento está alto e o nosso Brasil pode mais, pode crescer mais. Só precisa parar um pouquinho com essa gastança”, criticou.
Azambuja cobra do governo algumas medidas de austeridade, entre as quais a redução do número de ministérios. Ao pontuar que com a máquina pesada e lenta não há governabilidade, lembrou que este foi um dos vícios da gestão pública que ele cortou quando governou Mato Grosso do Sul, de 2015 a 2022.
No período, ele reduziu as secretarias, que eram 19, para 11. Ao ressaltar a importância do mandato senatorial, explicou que todos os estados brasileiros estão com representação paritária no Senado, cada um com três vagas. “



