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Um endereço para chamar de seu: a casa própria que mudou a vida de milhares de campo-grandenses


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27/08/2026 08h51

Um endereço para chamar de seu: a casa própria que mudou a vida de milhares de campo-grandenses

Paulo Fernandes


 Com 5.030 moradias entregues e 2.985 títulos de regularização fundiária em Campo Grande, o ex-governador e candidato ao Senado Reinaldo Azambuja cobra mais recursos do governo federal para zerar déficit habitacional que atinge milhões de brasileiros.

 

 

Cada endereço tem uma história. Tem o cheiro do bolo do primeiro café da manhã, o quintal onde as crianças aprendem a andar de bicicleta, a parede que guarda as marcas de lápis do crescimento dos filhos. Para milhares de famílias campo-grandenses, esse capítulo começou a ser escrito nos últimos anos, quando a promessa virou realidade com a entrega da chave da porta de casa.

 

 

Ao longo de oito anos de gestão, o então governador Reinaldo Azambuja, hoje candidato a senador (PL 222), garantiu 5.030 moradias e entregou 2.985 títulos de regularização fundiária às famílias da Capital, levando segurança jurídica e dignidade a milhares de campo-grandenses que, enfim, puderam dizer: "esta casa é minha".

A chave da casa própria chegou praticamente como um presente de Natal, em 23 de dezembro de 2015, para Luiz Carlos Rodrigues de Souza, de 67 anos e a esposa, dona Neuza Ferreira de Souza, de 69. O casal foi contemplado com uma das unidades habitacionais do Conjunto Celina Jallad, região sudoeste de Campo Grande, e o impacto foi imediato no orçamento da casa. A família, que desembolsava R$ 650 por mês com aluguel, passou a pagar R$ 60 pela moradia. A casa foi quitada no ano passado.

“O sonho de toda família, de toda dona de casa, é ter sua casa, seu lar para zelar e cuidar, para viver em segurança, dormir e ter paz. Porque o aluguel dorme junto com a gente. O mês fica tão pequeno que a gente acaba de pagar e já tem que se preocupar com o próximo. E aqui foi uma bênção muito grande”, contou.

Luiz reconhece a importância da política habitacional para a família e agradece a iniciativa. “Ele (Reinaldo) trabalhou bem. Foi um cara que sempre olhou para os mais necessitados. Não tenho o que reclamar”, afirmou.

Os investimentos em habitação em Campo Grande também mudaram a vida de Noemir Ferreira, de 67 anos, e João Arquitonio, de 72. Antes de receberem a casa própria, os dois trabalhavam preocupados com o valor do aluguel. Ele trabalhava como pedreiro, e ela, como diarista. Na época, moravam no Jardim Aeroporto.

Quando foram contemplados, também no Residencial Celina Jallad, o sentimento foi de conquista. “Temos que agradecer a Deus pelo Reinaldo. Esse homem foi muito querido por Campo Grande. Eu tenho certeza de que, se ele for eleito, vai fazer muita coisa por nós”, afirma Noemir.

Onze anos depois, o cenário do Residencial Celina Jallad também mudou. O que antes era uma região distante passou a ter comércio e outros serviços. As famílias puderam reformar, ampliar e melhorar suas casas. O conjunto ganhou vida e se transformou em um bairro onde histórias como a de Luiz, Neuza, Noemir e João continuam sendo construídas.

Foi com esse olhar para as pessoas que Reinaldo construiu uma das políticas habitacionais mais robustas do estado. "Hoje, cinco milhões de pessoas ainda precisam de uma casa própria. Financiar habitação é financiar a construção civil, gerar empregos e criar oportunidades", afirmou Reinaldo. O reconhecimento vem de bairros como Portal Caiobá, Bosque do Carvalho, Vila Major Juarez, Marçal de Souza, Jardim Bálsamo, Paulo Coelho Machado, Jardim Lisboa, Moreninhas III, Aero Rancho e Tarsila do Amaral — comunidades inteiras beneficiadas com moradias e regularização.

O trabalho seguiu adiante mesmo diante dos desafios. Por meio do Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional, integrante do Casa Verde e Amarela, famílias do Conjunto Estrela Dalva I, II e III receberam atendimento — 700 famílias ao todo —, além de 100 famílias na Tijuca e 120 famílias nas Vivendas do Parque. Ao todo, durante o seu governo, Reinaldo destinou R$ 1,58 bilhão para habitação, investimento que chegou a 33,1 mil famílias sul-mato-grossenses por meio da construção de unidades habitacionais, lotes urbanizados e regularização fundiária.

O cenário nacional, porém, segue preocupante — e é exatamente essa a batalha que o candidato pretende travar em Brasília. Reinaldo já havia levantado sua preocupação com a falta de moradia no país, problema que afeta diretamente a qualidade de vida de milhares de famílias. Dados do Ministério das Cidades, apontam para um déficit de 5.773.983 habitações no Brasil. Número que, na avaliação do candidato, evidencia a necessidade de uma resposta urgente do poder público.

Foi com essa preocupação que Reinaldo defendeu a destinação urgente de mais recursos para o setor. Para ele, a solução passa por uma mudança de prioridade dentro do governo federal. "Para reverter esse quadro, é preciso um parlamento forte no Senado, que direcione mais recursos para as cidades, onde as pessoas vivem, e menos para os gabinetes de Ministérios de Brasília, onde a gastança desenfreada está conduzindo o país a uma crise econômica sem precedentes".

Nessa linha, o candidato a senador Reinaldo Azambuja (PL 222) reforça que o municipalismo — priorizar os recursos onde a vida acontece, e não na burocracia de Brasília — deve ser a pauta central do seu mandato no Senado. A meta é clara: trazer mais recursos para que os investimentos em habitação continuem chegando à Capital e às demais cidades de Mato Grosso do Sul, garantindo desenvolvimento e, acima de tudo, dignidade às famílias que ainda aguardam a chave da própria casa.

 

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