- mell280
05/09/2026 08h00
Dia da Amazônia: Mágio transforma cacau nativo em chocolates que valorizam a biodiversidade da floresta
Biotech combina saberes ancestrais, ciência e tecnologia para desenvolver produtos que valorizam a origem amazônica
São Paulo, setembro de 2026 - No Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro, a Mágio, principal biotech de cacau nativo da Amazônia, celebra os seus chocolates como uma forma de valorizar a biodiversidade, os produtores e os saberes tradicionais da floresta. Com o uso de cacau 100% nativo, a marca combina conhecimentos ancestrais, ciência e tecnologia para desenvolver produtos que carregam características do território amazônico e aproxima seus consumidores dos sabores da região.
Para a Mágio, transformar o cacau em chocolates de maior valor agregado é uma forma de fortalecer a cadeia produtiva da Amazônia. A marca trabalha com pequenos produtores e busca preservar em seus produtos características próprias do território de origem, criando uma relação entre a matéria prima, as pessoas envolvidas em sua produção e o consumidor final. A proposta está relacionada à criação de um ciclo de valorização da floresta, em que o desenvolvimento de produtos a partir de ingredientes nativos contribui para fomentar os produtores, incentivar a conservação das florestas e preservar a biodiversidade amazônica.
“Nós acreditamos que nossos chocolates mostram que o que nasce da floresta pode chegar ao mercado com identidade e valor. Quando preservamos a origem do cacau e reconhecemos quem está por trás dessa produção, criamos um produto que vai além do sabor e carrega uma história”, afirma Maíra Terena, diretora de marketing da Mágio.
Outro aspecto que faz parte da proposta da marca é a transparência sobre a origem do cacau e do cupuaçu e sobre o caminho percorrido pelos chocolates até chegar ao consumidor. A Mágio utiliza tecnologia blockchain para criar um sistema de rastreabilidade que permite o acompanhamento de cada etapa de produção dos seus chocolates por meio de um registro individual que reúne informações como fotos, geolocalização, data e horário de cada processo.
A tecnologia também está presente no desenvolvimento dos chocolates. Seguindo o conceito biotech, a marca combina práticas sustentáveis e ingredientes naturais com soluções inovadoras aplicadas à produção de alimentos. A proposta é utilizar ciência e conhecimento para desenvolver chocolates que valorizem as características do cacau nativo e que, ao mesmo tempo, ofereçam produtos de qualidade ao consumidor.
“A nossa proposta é valorizar o que a Amazônia tem de mais rico, ou seja, sua biodiversidade. E nós já refletimos isso em nossas receitas, que tem poucos ingredientes e não usam gordura hidrogenada, com chocolates sem aditivos químicos e gordura hidrogenada, mantendo o cacau nativo como protagonista e permitindo que suas características e sabores cheguem ao consumidor”, diz Maíra.
Esse conceito está presente em todo portfólio da marca, com as linhas Povos da Floresta e Povos Indígenas, que reúnem chocolates produzidos com cacaus dos povos Paiter Suruí e Yanomami, além das linhas Encontro dos Sabores, Língua de Onça, Biscoito Encanto de Puxuri e bombons. Por meio destes produtos, a Mágio leva diferentes referências culturais da Amazônia para além da floresta, aproximando o consumidor de sabores, territórios, conhecimentos e tradições que agregam a identidade amazônica.
Sobre a Mágio Chocolates
A Mágio Chocolates é a principal biotech de cacau nativo da Amazônia. Revolucionando a produção e a rastreabilidade do cacau e cupuaçu, a empresa atua com o objetivo de conectar os consumidores com os saberes e sabores das comunidades tradicionais da Amazônia, utilizando o chocolate como veículo de impacto e transformação socioambiental e conscientizando sobre a importância do círculo virtuoso dessa produção que fomenta os produtores nativos da região, colabora com a conservação das florestas e sua biodiversidade.


