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PSDB deve ouvir base e debater temas importantes, avalia Reinaldo


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  • mell280

07/12/2019 17h51

PSDB deve ouvir base e debater temas importantes, avalia Reinaldo

Governador espera que o partido seja moderno e possa ouvir mais a militância para acertar.

Leonardo Rocha


 O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse que o PSDB precisa voltar a ouvir a militância e as bases partidárias, para se posicionar sobre temas importantes e relevantes ao País e desta forma atender os anseios da sociedade. “Isto é ser inteligente e democrático. Esse é o espírito que queremos”, disse o tucano, durante o Congresso Nacional do PSDB, em Brasília.


Ele participou do evento ao lado de uma comitiva de Mato Grosso do Sul, que teve a participação do presidente regional do PSDB, Sérgio de Paula, além dos deputados federais Beto Pereira (PSDB) e Beatriz Cavassa (PSDB), da diretora da Fundação de Cultura, Mara Caseiro (PSDB) e o diretor-presidente da Funtrab (Fundação Estadual do Trabalho), Enelvo Felini.

“Vamos ouvir toda a militância e trazer das bases partidárias temas relevantes para a população brasileira. Partido moderno, que olha os anseios que a sociedade tem e discute temas extremamente relevantes”, acrescentou o tucano. O evento em Brasília tinha como foco definir posições políticas do “ninho tucano” sobre diferentes áreas , como educação, segurança, saúde, reformas federais e até sistema eleitoral.

Mais de 70 pessoas participaram do encontro, que teve debates temáticos ao longo do dia. Para Sérgio de Paulo, este debate serviu para “unificar o partido”, e travar uma conversa aberta sobre propostas ao Brasil. “Temos aqui os 27 estados, nossos senadores, nossos deputados, prefeitos, vereadores, presidentes dos diretórios e várias lideranças tucanas de todo o país”.

Além de Azambuja, também participaram do evento os governadores de São Paulo, João Dória (PSDB), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB). Quem esteve a frente da programação foi o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo. Os tucanos buscam “afinar o discurso” para aumentar a representação em 2020, já preparando terreno para disputa presidencial em 2022.

 




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