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Novo porto em SC projeta R$ 117 milhões por ano em receitas e aquece demanda por galpões logísticos na região


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  • mell280

13/01/2026 05h16

Novo porto em SC projeta R$ 117 milhões por ano em receitas e aquece demanda por galpões logísticos na região

Estefânia Borges


O novo terminal planejado para Itapoá (SC) entra no radar como um vetor de reorganização logística no Litoral Norte catarinense. A expectativa do mercado é de que o projeto atraia novas operações de armazenagem e distribuição ao longo do corredor da BR-101, além de aumentar a disputa por áreas e antecipar movimentos de preço com projeção de valorização em torno de 40% nos próximos dois anos. Com oferta limitada de imóveis prontos, a região já opera com baixa vacância e retornos acima da média nas locações.

Link:www.tudodoms.com.br

 

 

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Janeiro, 2026. A nova infraestrutura portuária prevista para a cidade de Itapoá, no Litoral Norte de Santa Catarina, deve iniciar operações em 2030 e ampliar a capacidade de escoamento de cargas do Sul do país. O TUP Coamo (Terminal de Uso Privado Coamo) projeta movimentar 11 milhões de toneladas por ano de granéis sólidos e líquidos, como soja, milho, fertilizantes e derivados de petróleo e gerar, em 2035, cerca de R$ 117 milhões anuais em receitas públicas, sendo R$ 39 milhões em receitas diretas (ISS e IPTU) e R$ 78 milhões em tributos federais (PIS e Cofins), conforme projeção divulgada pela DTA Engenharia, responsável pelo projeto. 

Devido ao novo fluxo de operações, o mercado espera uma intensificação da demanda por áreas logísticas no entorno do corredor da BR-101, com pressão sobre preços e tendência de valorização de terrenos e galpões na região. Com o aumento da capacidade operacional dos portos e a chegada de novas operações logísticas para a região, a expectativa do mercado é de que a valorização dos galpões logísticos no corredor entre São Francisco do Sul e Itapoá chegue a até 40% nos próximos dois anos.

“A implantação de um terminal com perfil voltado ao agronegócio e a insumos industriais gera um efeito que vai muito além do cais. Na prática, as empresas começam a procurar áreas para armazenagem, cross-docking, pátios de triagem, bases operacionais e centros de distribuição, o que aumenta a ocupação e antecipa movimentos de preço, principalmente em regiões onde a oferta de imóveis prontos é limitada”, afirma Douglas Curi, sócio da Sort Investimentos, empresa administra R$ 3,9 bilhões em ativos do gênero.

“A Coamo está entre as maiores cooperativas do Brasil. Ver uma operação com origem no Paraná ampliar sua presença e se ancorar em Santa Catarina é um sinal claro da eficiência dos portos do estado e da demanda consistente que existe na região, apoiada por infraestrutura e disponibilidade de mão de obra. Quando um terminal desse porte entra no horizonte, o efeito aparece rápido, pois empresas passam a disputar áreas no entorno para armazenagem e apoio operacional, o que pressiona a oferta e tende a acelerar a valorização de terrenos e galpões em Itapoá e nos municípios vizinhos. Na região, esse movimento já se reflete em taxa de vacância inferior a 5% e rentabilidade nas locações acima de 0,7% ao mês”, complementa Curi.

Sobre o Grupo Sort

O Grupo Sort é comandado por Renato Monteiro e reúne empresas dos segmentos imobiliário, tecnologia, indústria e varejo, entre elas a Fast Sale, a PipeImob Tecnologia, a Sort Empreendimentos e a Sort Investimentos. Com mais de R$ 8 bilhões em ativos sob assessoria, o grupo se destaca pela seleção e gestão de imóveis voltados a investidores de diferentes perfis, com forte atuação no mercado de galpões logísticos. Atualmente, administra mais de R$ 3 bilhões em ativos nesse segmento, com taxa de vacância inferior a 3% e crescimento expressivo em negociações de terrenos e empreendimentos logísticos em todo o país.

https://sortinvestimentos.com.br/

https://fastsaleimoveis.com.br/home koreoficial.com.br/

 



 


 





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