PUBLICIDADE

Defesa tenta revogar prisão de ex-vereador preso por atentado em Itaporã


PUBLICIDADE
  • mell280

22/02/2026 14h27

Defesa tenta revogar prisão de ex-vereador preso por atentado em Itaporã

O ex-parlamentar e um PM foram presos na última sexta-feira (20) por suposto envolvimento em atentado contra motoentregador

Karina Campos


A defesa do ex-vereador e pecuarista Célio Poveda, de 72 anos, tenta revogar a prisão, neste domingo (22), após ser ele preso por envolvimento em uma tentativa de homicídio contra um motoentregador de Itaporã, cidade a 200 quilômetros de Campo Grande. Ele teve a prisão temporária decretada na sexta-feira (20), que foi revertida para preventiva após audiência de custódia. O crime foi registrado em outubro de 2025.

Segundo a defesa do ex-parlamentar, o advogado Ronaldo Graziuso, a revogação da prisão temporária foi protocolada e expedida pelo Judiciário do município. A audiência de custódia foi realizada na manhã deste domingo. “O senhor Célio somente é investigado, o mesmo não foi denunciado”, relata.

Além de Poveda, um policial militar também foi preso, suspeito de ser o atirador. Conforme o processo, o PM ficou sob custódia da Corregedoria após o cumprimento do mandado.

 

Durante o cumprimento, foi localizada arma de fogo e munições na posse do custodiado, sendo lavrado auto de prisão em flagrante por porte de arma de fogo de uso permitido, com fiança arbitrada em R$ 5 mil.

Até o momento, ambos continuam presos.

Entenda o caso

Em outubro de 2025, um motoentregador foi atingido por tiros após estacionar em frente a um imóvel no bairro Copacabana. O passageiro de um Fiat Weekend teria sido o autor dos quatro disparos. A vítima foi socorrida e sobreviveu ao atentado.

Durante as investigações, a vítima relatou que tinha um desentendimento com o policial militar, pois mantinha um envolvimento amoroso com a sobrinha do acusado. Em seguida, a polícia descobriu que o carro utilizado no crime pertencia a uma empresa de Dourados. O proprietário da empresa relatou que havia emprestado o veículo ao ex-vereador. Além disso, a investigação revelou que o empresário foi intimidado pelo PM após citar o nome de Poveda no caso.

Prisão temporária

O processo instaurado pela Polícia Civil descreve que a “prisão temporária se mostra justificável, pois, além da gravidade concreta e da contemporaneidade dos fatos noticiados, pelo possível cometimento de tentativa de homicídio qualificado, restou demonstrada a necessidade da segregação cautelar para complementação das investigações policiais e para garantia da ordem pública, considerando a suspeita de que os envolvidos estariam ocultando informações/provas que poderiam contribuir para a elucidação do delito, consoante ressaltado pela autoridade policial”.

“Assim, o acautelamento se mostra necessário para evitar a reiteração criminosa e o risco de fuga, mas principalmente para possibilitar maiores investigações sobre o delito.”

 #Esportes

#Natureza

#Mundo
#Brasil
#Gente
#Entretenimento

#Legislativo 

#Cidades





PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
  • academia374
  • Nelson Dias12
PUBLICIDADE