PUBLICIDADE

Marcelo Loureiro leva violão, harpa e viola caipira para palco da COP15


PUBLICIDADE
  • mell280

23/03/2026 15h34

Marcelo Loureiro leva violão, harpa e viola caipira para palco da COP15

Músico sul-mato-grossense também interpretou canção de Almir Sater

Por Thailla Torres e Fernanda Palheta


A programação da COP15, que começou ontem em Campo Grande, teve nesta segunda-feira (23) a apresentação do músico Marcelo Loureiro.

 
Antes de subir ao palco, a organização destacou o papel da música no evento. “Para celebrar a riqueza da nossa biodiversidade”, foi anunciado. Na sequência, ele foi apresentado como “o som vivo do Pantanal”, capaz de traduzir os rios e as planícies da região.
 
No palco, Marcelo interpretou ao violão a música “Pantanal”, composição de Marcus Viana que ficou conhecida como tema da novela de mesmo nome. “É uma vitrine pro mundo todo”, disse o músico em entrevista ao Campo Grande News.
 
Depois da apresentação, Marcelo falou sobre a importância de participar de um evento como a COP15.
 
 
“Eu tive a oportunidade de tocar na ONU em 2014. Sempre que tem esse tipo de evento, que é uma vitrine pro mundo todo, é muito importante”, disse.
 
Segundo ele, o tema desta edição também reforça essa conexão. “Ainda mais esse ano, com um tema tão importante, aves migratórias. Eu gosto de natureza, sempre acompanhei esse tema.”
 
Repertório mistura região e fronteira. Durante a apresentação, o músico buscou mostrar diferentes referências.
 
 
“A princípio eu não sabia quanto tempo eu tinha, então pensei: tenho que mostrar um pouco de cada instrumento, do que compõe a nossa cultura.”
 
Entre as escolhas, ele destacou músicas que considera essenciais. “‘Luzeiro’ é um hino da viola caipira do Estado, essa música não pode faltar. ‘Pantanal’ é uma música que eu gosto muito, tenho até um clipe com essa performance. Marcou muito pra mim.”
 
Outra execução foi “Cascada”, peça tradicional para harpa paraguaia. “É um instrumento muito tocado na música do Paraguai, e a gente absorveu a arpa também.”
 
 
A obra, cujo nome significa “cachoeira”, é considerada uma das mais conhecidas e desafiadoras do repertório da harpa paraguaia.
 
Mesmo sendo carioca, Marcelo destacou a ligação com Mato Grosso do Sul. “Sou carioca, mas amo Mato Grosso do Sul.”
 
Ele também relembrou a presença de autoridades no evento. “Ver a ministra aqui… anos atrás ela me levou para um evento de meio ambiente.”
 
 
A COP15 é uma conferência voltada à discussão da conservação da biodiversidade. O encontro reúne representantes, especialistas e autoridades para debater estratégias de preservação ambiental.
 
Em Campo Grande, a programação inclui painéis, debates e apresentações culturais ligadas ao tema.
 
 
 




PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
  • academia374
  • Nelson Dias12
PUBLICIDADE