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Líderes de sementes de soja do Brasil vão à China conhecer estrutura da DBN e o agro do país


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  • mell280

19/08/2026 10h57

Líderes de sementes de soja do Brasil vão à China conhecer estrutura da DBN e o agro do país

Irvin Dias


Empresa quer ser player importante do mercado brasileiro de biotecnologias de sementes de soja a partir de 2028.

 

Sete dias de viagem, 4.000 km percorridos e visitas ao centro de inovação e às plantas industriais da DBN, às empresas parceiras de agronegócio e às áreas de produção de grãos. Esse é o resumo da jornada técnica da chinesa DBN Biotech, empresa de biotecnologia da DBN, que levou 38 líderes e gestores de sementes de soja de todas as regiões do Brasil para conhecer sua estrutura e o agronegócio da China.

 

“Nosso objetivo foi mostrar que somos uma organização forte, bem estruturada e com sólido investimento em novas tecnologias, que pertence a um importante grupo de agronegócio da China, além de apresentar empresas com robusta atuação na cadeia da produção de alimentos, nossa infraestrutura de inovação e pesquisas e unidades de produção agrícola. Temos confiança de que os brasileiros voltam com mais conhecimento e confiança nas nossas biotecnologias para sementes de soja, que estarão no mercado em 2028”, diz Suping Geng, vice-presidente de negócios das Américas da DBN Biotech.

 

A jornada técnica faz parte da estratégia da DBN Biotech de se tornar um player importante do mercado brasileiro de biotecnologias de sementes, sempre com atenção às necessidades específicas dos produtores. “Nossa expectativa é ter participação expressiva no país, atingindo 30% market share em biotecnologias de soja até 2038”, complementa Suping Geng. A DBN Biotech tem operações comerciais de sementes de soja e milho na China e de soja na América do Sul (Brasil e Argentina).

 

“A China ocupa hoje papel absolutamente estratégico para o futuro da agricultura brasileira. Além de sua relevância como parceira comercial, temos a convicção de que ela será cada vez mais importante para o desenvolvimento tecnológico do nosso setor, especialmente em genética e biotecnologia, áreas fundamentais para garantir produtividade, sustentabilidade e competitividade à sojicultura”, disse André Schwening, presidente da AMSSOJA Brasil, entidade que representa multiplicadores de sementes de soja de diversas regiões do país e atua para fortalecer institucionalmente o setor, promovendo seu desenvolvimento e defendendo um ambiente que estimule a inovação, a segurança jurídica e a valorização da propriedade intelectual.

 

“O Brasil é o maior produtor mundial de soja, com cerca de 180 milhões de toneladas por safra. O país também é o maior exportador de soja no mundo, tendo a China como destino de cerca de 80% da sua soja exportada. Estamos fazendo experimentos a campo, firmando parcerias com a Embrapa, USP e outras instituições de pesquisas e de educação e aproximando-se dos parceiros – obtentores, multiplicadores, distribuidores e cooperativas. Empresas de melhoramento, que representam mais de 90% do share de germoplasma do mercado brasileiro de sementes, já receberam nossas tecnologias para introgressão em suas variedades. Essa jornada técnica à China é um importante passo do nosso compromisso”, ressalta Geng.

 

Para o sucesso de sua atuação no Brasil, a DBN Biotech foca no desenvolvimento de produtos voltados para atender às necessidades dos agricultores de todas as regiões produtoras de soja. “Estamos focados no atendimento das particularidades de cada região. Para isso, vamos usar nossa agilidade na tomada de decisões, trabalhando com bastante proximidade com o mercado para entender as demandas e responder rapidamente”, explica o vice-presidente de negócios das Américas da DBN Biotech. Mais informações: www.dbnbc.com.br

 

 





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