- mell280
19/08/2026 11h04
Artesanato e Moda Autoral de MS levam criatividade e autenticidade para o Festival de Inverno de Bonito 2026
CLASSIFICAÇÃO EDITAL
A criatividade e autenticidade dos artesãos e estilistas sul-mato-grossenses vai estar presente no Festival de Inverno de Bonito 2026. Selecionados por edital, os artesãos, entidades do artesanato e estilistas participantes vão levar sua arte para abrilhantar o Festival deste ano.
Os estandes de artesanato vão representar o espaço dos artesãos de Bonito, que é em parceria com a Prefeitura de Bonito, que faz a seleção, e o artesanato de Mato Grosso do Sul, este ano através do edital foram selecionadas cinco associações e dois artesãos individuais e a gastronomia.
Foram selecionados por edital para participar do Festival no estande de artesanato de Mato Grosso do Sul a AMI, Artems, Sol do Vale, Associação Mãos que Criam e Associação dos Artesãos em Argila de Rio Verde de MT. Os artesãos selecionados foram Ednilson Mendes Ferreira e Francisca Garcia da Silva. Na área de gastronomia, vão participar Arlucia Pereira Alves e a Estância Engenho.
Segundo a diretora de Artesanato, Design e Moda da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Katienka Klain, a participação dos artesãos do interior tem aumentado consideravelmente. “Surpreendentemente a gente tem mais de 80% do interior do estado, Das cinco associações, três são do interior, e os individuais também, os dois são do interior, o estado de Mato Grosso do Sul vem se movimentando com o artesanato, saindo um pouco do foco da Capital”.
“A questão do interior não é só no Festival, em Mato Grosso do Sul está havendo a questão de o interior ver a importância de sair dos seus municípios, de poder estar participando dos grandes festivais, das grandes feiras, de circular o artesanato fora da sua comunidade”.
Os visitantes vão poder encontrar produtos variados nos estandes de artesanato do Festival, como a faixa pantaneira, couro de peixe, cerâmica, madeira, vai ter uma tipologia imensa tanto na parte decorativa como em acessórios.
Para Katienka, o artesanato tem que estar presente em todos os eventos culturais, pois é uma das maiores formas de cultura que tem há muitos anos. “Tudo começou com o artesanato, feito a mão. Além de divulgar a cultura sul-mato-grossense, gera renda imediata para o artesão e para todas as comunidades de onde eles vêm do interior. O Festival de Inverno de Bonito é o festival mais procurado porque, como tem uma grande quantidade de lojistas no próprio município, então se vende muito bem”.
Na área de moda, foi feito um edital em que foram selecionadas dez marcas que vão estar presentes no Território dos Talentos, e vão fazer o desfile na sexta-feira, dia 28, às 19 horas, na Praça da Liberdade.
Na área de Moda, foram selecionados por edital para participar do Festival de Inverno de Bonito Higor Delquingaro Euzébio Corrêa da Costa, com o Pantanal Day by Day; Natasha Constantino, com a moda africana; Anderson Bernardes Sanches, com a Casca Barro Mato Sul; Janete Maria Cella, com a proposta “Entre Cerrado e Noite”; Fabio Maurício da Silva, com Vernissage; Edson Clair, com Camouflage; Kossi Ezou, com “Avololõ” (Entrelaces); Willian d aSilva Santos, com Estilo Quebrada; Emilinha Cordeiro Leal, com a Coleção Essência e Fabio Castro de Brito, com Terra Nu.
A diretora de Artesanato, Design e Moda da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Katienka Klain, afirma que hoje, o Festival de Inverno de Bonito é uma grande vitrine para a moda sul-mato-grossense. ”Além de os estilistas estarem comercializando, por meio do desfile eles conseguem divulgar as marcas. Nós já tivemos vários resultados desses desfiles de pessoas que foram convidadas após o Festival para participar de eventos fora de Mato Grosso do Sul.
“A moda está crescendo, no Brasil é a segunda maior economia da economia criativa, e nós estamos com um potencial de crescimento. Existem políticas públicas para o crescimento da moda, e os festivais são muito importantes para que eles possam ser vistos aí fora também. Como é moda autoral, a gente tem upcycling, tem a criatividade das camisetas, estamparia, crochê, bordado filé, tem muita coisa”.
Katienka afirma que o Festival virou uma das principais vitrines da moda em Mato Grosso do Sul, “porque além de ser comercializado, ser divulgado por meio do desfile, eles conseguem ser vistos pelo Brasil e receber essas propostas que estão recebendo para desfilar fora e comercializar em outros eventos”.
Fotos: Ricardo Gomes


