- mell280
21/09/2026 13h43
Quem vive do destino também precisa cuidar dele: turismo amplia papel na preservação do patrimônio natural do Nordeste
De recifes de corais à proteção da fauna marinha, iniciativas apoiadas pelo Grupo Luck mostram como empresas e viajantes podem participar da conservação dos lugares que sustentam a atividade turística
Todos os anos, milhões de viajantes chegam ao Nordeste atraídos por piscinas naturais, recifes de corais, praias, ilhas e pela biodiversidade que faz da região um dos principais destinos turísticos do Brasil. Mas, à medida que cresce o interesse por conhecer esses lugares, cresce também uma questão para quem vive do turismo: como garantir que os patrimônios naturais que atraem visitantes hoje continuem preservados para as próximas gerações?
Para o Grupo Luck, que completa 66 anos de atuação no turismo em 2026, essa discussão passa pelo reconhecimento de que a conservação dos destinos não pode estar dissociada da própria atividade turística. Afinal, praias, mares, fauna e ecossistemas preservados não são apenas cenários de uma viagem: são parte da experiência que movimenta toda uma cadeia econômica e social no Nordeste.
Essa visão vem se materializando em diferentes iniciativas ambientais apoiadas pela companhia. Em 2025, o Grupo Luck contabilizou sete ações de conservação ambiental e conscientização ecológica, relacionadas à preservação da biodiversidade, educação ambiental e promoção do turismo sustentável.
“Quando uma empresa trabalha diretamente com destinos, existe uma responsabilidade que vai além de levar o visitante para conhecê-los. Precisamos contribuir para que esses lugares continuem preservados e para que o próprio turista compreenda o papel que também pode exercer nessa jornada. Cuidar dos destinos é cuidar das comunidades, das experiências e do futuro do turismo”, afirma Gustavo Luck, CEO do Grupo Luck.
Turistas que ajudam a cuidar dos corais
Em Pernambuco, uma das iniciativas ajuda a demonstrar como o visitante pode deixar de ser apenas espectador e participar da conservação do lugar que escolheu conhecer.
Por meio da parceria com a Biofábrica de Corais, a Luck participa do Programa de Adoção de Corais, aproximando turistas de um trabalho dedicado à recuperação e conservação dos ambientes recifais. Segundo o Relatório ESG do Grupo Luck, 1.360 corais foram adotados com apoio da empresa e de seus turistas. A dimensão do projeto vai além: a Biofábrica já contabiliza mais de 16 mil corais cultivados, mais de 1 milhão de pessoas impactadas e 8,5 mil estudantes engajados em suas ações.
A iniciativa cria uma relação diferente entre turismo e conservação. O mesmo ambiente marinho que motiva a viagem e proporciona algumas das experiências mais procuradas no litoral pernambucano passa a ser também objeto de cuidado e conscientização.
“Existe uma força muito grande quando conseguimos aproximar o viajante da conservação. Ele deixa de enxergar aquele ambiente apenas como um cenário bonito para entender que existe um ecossistema vivo, que precisa ser protegido. Essa conscientização também faz parte da experiência turística que queremos estimular”, acrescenta Gustavo.
Cada destino exige um tipo de cuidado
Em Fernando de Noronha a biodiversidade marinha ocupa novamente o centro das iniciativas. Na ilha, a Luck apoia o Projeto Tamar, o Projeto Golfinho Rotador e o ICMBio, disponibilizando cortesias em transfers e passeios como forma de contribuir com a atuação das instituições ligadas à conservação e ao monitoramento ambiental.
Em Maceió, o trabalho assume outras características. Entre as iniciativas registradas estão campanhas de conscientização com turistas sobre descarte correto de resíduos e preservação ambiental, ações realizadas com catadores da Vila Emater e parceria com a Coopvila.
Os exemplos mostram que não existe uma única fórmula para incorporar a sustentabilidade à atividade turística. As necessidades mudam de acordo com o território e podem envolver desde biodiversidade e conservação marinha a educação ambiental, resíduos e fortalecimento de iniciativas locais.
Para a Luck, esse olhar também passa por compreender que destino turístico não é apenas paisagem. É um território formado por recursos naturais, cultura, economia e, principalmente, pelas pessoas que vivem nele. Por isso, o compromisso declarado pelo grupo envolve fortalecer o turismo sustentável no Nordeste, valorizar a cultura local, contribuir para a economia regional e respeitar o meio ambiente.
Do compromisso ambiental à estratégia do negócio
Em 2026, esse movimento ganhou uma nova dimensão com a adesão do Grupo Luck à Rede Brasil do Pacto Global da ONU, iniciativa que conecta empresas a uma agenda de desenvolvimento sustentável baseada nos Dez Princípios do Pacto Global e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.
No primeiro mapeamento ESG realizado pela companhia, foram identificadas iniciativas relacionadas a 15 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o equivalente a 88,2% deles.
A adesão ao Pacto Global funciona além de uma certificação ambiental, representando um compromisso de evolução contínua da atuação empresarial em temas relacionados a direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. No eixo ambiental, o desafio é especialmente conectado à natureza do próprio negócio: não há turismo de longo prazo sem destinos capazes de continuar despertando o desejo de viajar.
“Nosso negócio depende diretamente da qualidade dos lugares onde atuamos. Quando contribuímos para preservar um recife, proteger a fauna, conscientizar um turista ou apoiar quem trabalha pela conservação, estamos ajudando a cuidar de um patrimônio que pertence ao destino e às pessoas que vivem nele. Existe também uma responsabilidade empresarial em fazer com que o crescimento do turismo caminhe junto com a preservação”, destaca Gustavo Luck.
Uma experiência que deixa algo positivo para os dois lados
A discussão ganha ainda mais importância à medida que o turismo cresce e novos viajantes descobrem destinos do Nordeste. Mais visitantes significam oportunidades de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional, mas também ampliam a necessidade de planejamento, conscientização e cuidado com os territórios.
Nesse cenário, a relação entre viajante, empresa e destino passa a ocupar um lugar central. Para o Grupo Luck, proporcionar uma boa experiência não significa apenas aquilo que o turista leva da viagem, mas também considerar aquilo que sua passagem deixa no lugar visitado. A proposta é avançar de uma lógica em que o destino é apenas consumido para uma relação em que toda a cadeia reconheça seu papel na conservação.
“Queremos que o turismo seja positivo para quem viaja e também para quem recebe. O visitante leva memórias, conhecimento e experiências, mas o destino precisa permanecer fortalecido depois que ele vai embora. É essa jornada que queremos ajudar a construir”, finaliza Gustavo Luck.
Sobre o Grupo Luck
Com mais de seis décadas de atuação no Nordeste, o Grupo Luck é referência nacional em turismo receptivo, operando com excelência em diversos destinos do Brasil. Presente em estados estratégicos do país, o grupo oferece soluções completas em diversas áreas do turismo. Com uma equipe altamente qualificada e estrutura moderna, o Grupo Luck é reconhecido por sua solidez, compromisso com o desenvolvimento sustentável do turismo e constante inovação em serviços que encantam turistas do mundo inteiro.


