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Estação de monta: planejamento reprodutivo é essencial para aumentar a eficiência na reprodução de éguas


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29/10/2026 10h59

Estação de monta: planejamento reprodutivo é essencial para aumentar a eficiência na reprodução de éguas

Gabriela Herdeiro


Avaliação ginecológica, monitoramento do ciclo estral e acompanhamento veterinário contribuem para otimizar as taxas de concepção durante a temporada

São Paulo, outubro de 2026 – Com a chegada da primavera, tem início um dos períodos mais importantes para a reprodução equina. A estação de monta representa uma janela estratégica para criadores que buscam melhorar os índices de fertilidade, e planejar os nascimentos da próxima geração. Nesse cenário, a Zoetis, líder global em saúde animal, reforça a importância do planejamento reprodutivo, da avaliação ginecológica das éguas e do acompanhamento veterinário para aumentar a eficiência dos programas de reprodução.

 A relevância desse manejo acompanha a dimensão da equinocultura brasileira, uma cadeia que movimenta aproximadamente R$ 38 bilhões por ano, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM)[1]. Raças como Mangalarga Marchador, Quarto de Milha, Crioulo, Puro-Sangue Inglês e Brasileiro de Hipismo representam diferentes segmentos do setor, com atividades que vão desde a seleção genética de animais para exposições morfológicas à produção de animais para esporte, trabalho e lazer.

A influência das estações do ano na reprodução equina também é demonstrada por estudos científicos. Uma pesquisa que acompanhou éguas ao longo de um ano identificou uma média de 8,2 folículos grandes nos ovários durante a primavera e o verão, contra 3,0 no outono e no inverno. Esse aumento de aproximadamente 2,7 vezes indica maior atividade ovariana nos períodos mais favoráveis à reprodução. Os folículos abrigam os óvulos em desenvolvimento, e seu monitoramento permite ao médico-veterinário acompanhar a atividade reprodutiva e identificar o momento mais adequado para a cobertura ou inseminação artificial[2].

As éguas possuem uma atividade reprodutiva sazonal, influenciada principalmente pela quantidade de horas de luz natural. Durante o inverno, quando os dias são mais curtos, a atividade dos ovários tende a diminuir. Com o aumento da luminosidade, o organismo das éguas passa por alterações hormonais que favorecem a retomada gradual dos ciclos reprodutivos. No entanto, esse processo não acontece de forma imediata: durante a transição, as fêmeas podem apresentar sinais de cio sem que ocorra a ovulação, necessária para a fecundação. Por isso, o acompanhamento veterinário é fundamental para avaliar a atividade ovariana e identificar o momento mais adequado para a cobertura ou inseminação artificial, contribuindo para melhores resultados reprodutivos.

 Avaliação das éguas de cria e controle do ciclo estral

A preparação das éguas de cria deve começar antes da primeira cobertura ou inseminação. A avaliação ginecológica, com o apoio de exames como a ultrassonografia, permite verificar as condições reprodutivas das éguas, acompanhar o ciclo e identificar possíveis problemas que possam dificultar a gestação. Além disso, fatores como idade, histórico reprodutivo e condição corporal devem ser considerados para definir o manejo mais adequado para cada animal.

 “O sucesso da estação de monta começa antes da cobertura ou inseminação. É fundamental conhecer o histórico de cada égua, avaliar suas condições ginecológicas e manter o calendário sanitário em dia, com medidas preventivas que contribuam para a saúde reprodutiva.  O acompanhamento da dinâmica folicular também permite identificar o momento mais adequado para a cobertura. Com um manejo planejado, conseguimos aproveitar melhor os ciclos estrais, reduzir tentativas desnecessárias e buscar melhores resultados ao longo da temporada”, explica Chester Batista, Gerente Técnico de Equinos da Zoetis Brasil.

 O monitoramento do ciclo estral é especialmente importante em programas de inseminação artificial com sêmen refrigerado ou congelado, já que identificar o momento da ovulação é essencial para definir o período mais adequado para a inseminação. Nos criatórios que utilizam transferência de embriões, o planejamento também exige a sincronização dos ciclos reprodutivos das éguas doadoras e receptoras, para que o útero da receptora esteja preparado para receber o embrião. Já o diagnóstico precoce de gestação permite confirmar se a égua ficou gestante e, caso a cobertura não tenha resultado em gestação, avaliar a possibilidade de uma nova tentativa ainda durante a estação de monta.

Além das técnicas de reprodução assistida, outros fatores também influenciam os resultados, como a nutrição, as condições sanitárias das éguas, a fertilidade dos garanhões e a qualidade do sêmen. O planejamento deve considerar ainda os objetivos de cada criatório, incluindo a programação dos nascimentos de acordo com as regras de registro das associações de raça e os calendários de competições e eventos.assessoria

Manejo hormonal como ferramenta de apoio

O planejamento reprodutivo também pode contar com medicamentos veterinários que auxiliam no controle do cio das éguas. Entre as soluções disponíveis, a Zoetis oferece o Lutalyse®, que, quando utilizado na fase adequada do ciclo reprodutivo, pode favorecer o retorno ao cio. Segundo a bula do produto, éguas tratadas durante o diestro, período entre dois cios, retornam ao cio, em média, de dois a quatro dias após a aplicação, com ovulação entre oito e 12 dias. O uso deve ser orientado pelo médico-veterinário, considerando as condições reprodutivas de cada animal e as recomendações previstas em bula[3].

Para a Zoetis, a integração entre avaliação ginecológica, monitoramento veterinário e manejo reprodutivo adequado é fundamental para aproveitar o potencial das éguas, aumentar a eficiência da estação de monta e contribuir para uma equinocultura cada vez mais produtiva.

Sobre a Zoetis  

 Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Com um legado de quase 75 anos, a Zoetis continua a inovar em formas de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais, apoiando médicos veterinários, responsáveis de animais de companhia e criadores de gado em mais de 100 países. Integramos profunda expertise científica, P&D orientada por dados, manufatura avançada e excelência operacional para entregar inovação significativa em medicamentos, vacinas, diagnósticos, biofarmacêuticos e soluções digitais. Guiada por nossa visão de ser a empresa de saúde animal mais confiável e valorizada, a Zoetis está comprometida em estabelecer novos padrões para o futuro do cuidado animal por meio da inovação, obsessão pelo cliente e colegas focados em propósito. Para saber mais, visite Zoetis.com.br      

Assessoria de Imprensa – Edelman Brasil
zoetisBR@edelman.com

Referências Bibliográficas

[1] https://abccmm.org.br/leitura?id=11644&utm_source

[2] https://www.mdpi.com/2076-2615/13/6/1063?utm_source

[3] https://www2.zoetis.com.br/content/pt/pages/Especies/Bovinos/Bulario/_assets/Lutalyse.pdf?utm_source

 

Divulgação Zoetis




 


Edelman

 





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